Dicas que ajudam no Financiamento de Imóveis

Está pensando em financiar o seu sobrado? Essa é a opção que a maioria das famílias encontram para realizar o sonho da casa própria. O financiamento de imóveis é ofertado por bancos públicos e privados que “quitam a dívida” junto às construtoras e parcelam em até 30 anos o valor solicitado – com cobrança de juros, é claro.

Apesar de um longo período, você não está preso ao banco, afinal, você pode quitar a dívida num tempo reduzido, seja pagando valores maiores todos os anos ou dando o valor devido de uma única vez – a vantagem disso é que os juros diminuem consideravelmente.


Pensando em esclarecer algumas dúvidas e ajudar as pessoas que estão nesse processo, preparamos o material abaixo. São 8 dicas para facilitar o seu Financiamento de Imóveis.

Infográfico - Financiamento de Imóveis
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Dicas para diminuir a taxa condominial

A economia atual, com inflação, juros altos e retração industrial traz um novo desafio para síndicos: minimizar o impacto que as despesas condominiais causam no orçamento familiar. Além de estudar como cortar custos, outra solução é gerar renda para o condomínio visando diminuir a taxa paga pelos moradores.

O gerente geral de condomínios da Apsa, Geraldo Victor, lembra que publicidade, por exemplo, pode ser mais explorada. Proibida em paredes externas, os grandes condomínios podem pensar em abrir espaços dentro das áreas comuns, por onde passam centenas de pessoas. “Empresas podem ter espaço para anúncios dentro da academia, do espaço gourmet, do cinema do condomínio e de outros que são constantemente utilizados. Há condomínios que fazem jornais e vendem anúncios", diz.

Caso a moradia funcional não seja utilizada por empregados, esse espaço também pode servir de receita. “Outra opção interessante é vender o lixo reciclável ou orgânico. Além de gerar renda, garante o descarte adequado desse resíduo”. E há outras maneiras de gerar recursos, como a locação de espaços em áreas comuns do condomínio.

“Quando há engajamento por parte dos moradores, é possível até organizar bazares de venda de produtos que os moradores não usam mais, com a finalidade de reverter a renda para o condomínio. Ou também fazer eventos que contem com patrocinadores”.

E, além de gerar outras fontes de recurso, outra ação importante é cortar custos. Para economizar energia e água, por exemplo, o condomínio pode instalar sensores para a iluminação de áreas comuns, instalar descargas que regulam o fluxo de água nos banheiros e também investir nos hidrômetros individuais por unidades.

Casos de inadimplência também podem deixar o caixa negativo. Nesse caso, o condomínio pode contratar empresas que compram a dívida ou fazem garantia de receita. Elas arcam com as despesas do condomínio, cobrando taxas pelo serviço, quando não, ter um suporte ativo de recuperação de receita.

“Mas lembramos que para qualquer das possibilidades citadas, estas devem estar amparadas por base legal, seja prevista em convenção, seja por deliberação em assembleias especificamente convocadas e com aprovação de número convencionada, ou simplesmente legais”, alerta.
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Caixa anuncia aumento do limite de crédito para financiamento de imóveis

A Caixa Econômica Federal vai liberar financiamento de imóveis de até R$ 3 milhões a partir da próxima segunda-feira (25). O novo limite de crédito, que dobra o atual teto de R$ 1,5 milhão, só será disponibilizado na modalidade Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), que  financia imóveis mais caros sem emprestar dinheiro do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

A Caixa anunciou também que passará a financiar uma parcela maior do valor dos imóveis por meio do SFI. A cota de financiamento para imóveis usados subiu de 60% para 70% do valor total. Para a compra de imóvel novo, construção em terreno próprio, aquisição de terrenos e reforma ou ampliação, a cota passou de 70% para 80%.

Para as operações com quitação de financiamento com outra instituição financeira, a cota de financiamento subirá de 50% para 70%. Até o início do ano passado, a Caixa financiava 70% dos imóveis adquiridos pelo SFI. O teto caiu para 40% em maio de 2015 e tinha sido reajustado para 60% em março deste ano.

As mudanças não afetam as operações do Sistema Financeiro da Habitação (SFH), que financia a compra de imóveis de até R$ 650 mil no Ceará. O SFH financia imóveis com recursos da poupança e do FGTS, enquanto o SFI financia unidades de maior valor, com recursos de fundos de pensão, fundos de renda fixa, companhias seguradoras e bancos de investimento.

Fonte: Agência Brasil
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O sonho da casa própria pode se tornar realidade com a crise econômica

Com a crise que estamos vivendo atualmente, o sonho da casa própria parece estar se tornando cada vez mais distante da realidade dos brasileiros, não é verdade? Bem, na verdade não.


O que podemos enxergar no mercado imobiliário atualmente, é que as construtoras estão aproveitando esse momento de crise para oferecer descontos cada vez maiores. Portanto, se você esteve juntando dinheiro durante todos esses anos, esse é momento certo para comprar o seu imóvel.

As pessoas costumam confundir os momentos de crise, e pensar que essa não é uma boa hora para realizar nenhuma espécie de investimento.

Está certo que a situação é delicada, tem muita gente desempregada e os preços de algumas coisas subiram significativamente. Com o governo cada dia mais estável e operações anticorrupção à todo vapor, é preciso tomar cuidado, pois não sabemos o que virá pela frente.

No entanto, em determinadas situações, é preciso ter olhos para enxergar as oportunidades e não perder grandes chances de realizar investimentos lucrativos.

Comprar um imóvel é um processo que leva tempo. E dependendo da sua situação, e do imóvel que você deseja adquirir, esse tempo pode ser bem longo.

O ideal é fazer um planejamento bem estruturado, incluindo o quanto você pode gastar, o tipo de imóvel que você quer comprar e a sua localidade. Essas são questões muito importantes, que irão te ajudar não passar dificuldades futuramente, quando estiver pagando pela casa.

Voltando a falar sobre a atual situação do mercado imobiliário, algumas construtoras estão oferecendo descontos significativos na compra de imóveis. É o caso, por exemplo, da Lira Coutinho, uma construtora de Fortaleza, no Ceará.

Se você mora na região e sempre teve o sonho de comprar sua casa própria, essa pode ser a sua grande chance. A construtora está oferecendo 18% de desconto para pagamento a vista ou financiamento no empreendimento “Vivenda Parangaba”.

Vivenda Parangaba é um condomínio com 192 apartamentos e 12 andares. Cada apartamento possui 3 quartos, sendo 1 suíte, varanda e 62,51 m² de área privativa, além de garagem para 1 ou 2 carros.


O empreendimento tem um grande potencial e a finalidade de proporcionar conforto e comodidade para você e sua família em um ambiente agradável e acolhedor.

No condomínio, você ainda pode encontrar espaços como:

Salão de Festas 
Salão de Jogos
Espaço Gourmet
Forno de Pizza
Piscina Adulto e Infantil
Playground Infantil
Academia
Espaço Zen
Solarium
Redário

Ou seja, é um empreendimento completo, com tudo o que você precisa para garantir o conforto, a segurança e a diversão de toda a família.

Hoje em dia, com a violência que encontramos, principalmente nas grandes cidades, fica difícil encontrar um lugar seguro para levar as crianças para brincar. E viver fechado em um apartamento não é uma boa ideia. 

Ao adquirir um imóvel no Vivenda Parangaba, você adquire também a garantia de que seus filhos terão um lugar seguro e agradável para brincar. Nos finais de semana, dá para convidar os amiguinhos da escola para brincar no playground ou na piscina e fazer uma verdadeira festa. 


 Vivenda Parangaba - Pronto para Morar

O condomínio fica localizado no bairro Parangaba, uma área em ascensão na cidade de Fortaleza e com grande capacidade de crescimento. Comprar seu imóvel novo, em uma região bem localizada e com tantas vantagens é uma oportunidade que não dá para perder, não é verdade?

E aí, ficou interessado pela oferta? Decidiu que essa é a hora certa para comprar sua casa própria em Fortaleza? 

Visite o link abaixo e saiba mais informações sobre o local, sobre os apartamentos e sobre a infra-estrutura em geral. Não deixe para amanhã e nem adie mais o seu sonho!


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Com mudanças na Caixa, cliente poderá ter dois imóveis financiados ao mesmo tempo

Com as medidas, o banco espera elevar o volume de contratações em 13% neste ano, o equivalente a 64 mil unidades habitacionais a mais

Uma injeção de esperança para o mercado imobiliário. Foi assim que especialistas do segmento avaliaram a medida da Caixa Econômica Federal (CEF) anunciada ontem, aumentando de 50% para 70% a cota de financiamento para os imóveis usados no país. A mudança vale apenas para moradias financiadas com  recursos da caderneta de  poupança. Este teto de empréstimo pode  chegar a até  80% para funcionários públicos.



De acordo com as  novas regras, os financiamentos com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo terão uma elevação do limite do valor total financiado de 50% para 70% do valor do imóvel no Sistema Financeiro de Habitação (SFH), e de 40% para 60% para imóveis no Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), pelo Sistema de Amortização Constante (SAC). Os limites menores valiam desde maio de 2015, quando o banco limitou o volume de crédito para imóveis usados.

Mudança positiva
“O segredo do mercado imobiliário chama-se financiamento porque é assim que as pessoas têm condições de comprar. A nova regra deve ajudar o mercado”, afirma Noel Silva, conselheiro do  Conselho Regional de Corretores de Imóveis - 9ª Região (Creci-BA).  Segundo ele, a mudança anterior agravou a crise econômica que já existia.“Quando o índice foi reduzido a 50% em maio do ano passado, sentimos o impacto na venda de imóvel usado, que reduziu bastante. Para nós, o  cenário ideal seria que a Caixa voltasse a financiar 90% dos imóveis usados, como já aconteceu anteriormente”.

O presidente do Sindicato da Habitação (Secovi-BA),  Kelsor Fernandes, vê a medida como a tentativa de corrigir o equívoco quando o teto de financiamento foi reduzido. “Naquela época foi um baque geral para o mercado. A esperança  é que o aumento no percentual do financiamento aqueça o segmento, principalmente no setor de usados”. Apesar de ser uma boa notícia, Fernandes  diz que apenas essa  medida não vai salvar o setor, pois a renda dos brasileiros tem caído.

Imóveis novos
A medida deve incrementar  positivamente a venda de imóveis novos. Para o  presidente do Sindicato da Indústria da Construção do Estado da Bahia (Sinduscon-BA), Carlos Henrique Passos, a nova regra facilita a liquidez do mercado de usados e dinamiza o de imóveis novos. “A pessoa que compra o imóvel novo conta, muitas vezes, com a venda do seu usado, que foi prejudicada com a mudança da regra no ano passado. Com o novo percentual, esperamos que essa negociação seja facilitada”, declara.

A notícia também foi vista de forma positiva pelo presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário da Bahia (Ademi-BA), Luciano Muricy Fontes. “Se a pessoa tinha dificuldade de vender o imóvel antigo, a compra do novo também era inviabilizada. É um bom sinal para o mercado que eles tenham voltado atrás”.

Para ele, apesar da medida ser um ânimo, ela é pontual. “Apesar de ajudar, é preciso que o país retome o rumo da economia”, completou.

Dois lados
Do ponto de vista do consumidor, a medida é importante, pois a mudança anterior dificultou o acesso à casa própria, conforme   Miguel José Ribeiro de Oliveira, diretor-executivo de Estudos e Pesquisas Econômicas da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade).

“Imagina a pessoa que tinha um financiamento de 80%. Quando a Caixa Econômica  reduziu o financiamento para 50%, um imóvel de R$ 500 mil passou a exigir  R$ 250 mil de entrada. Em muitas situações, a compra era inviabilizada, porque não é todo mundo que conseguia ter esse valor”, afirma. Pelas novas regras, o mesmo imóvel exigirá agora uma entrada de R$ 150 mil. Para funcionários públicos, o valor reduz ainda mais, ficando em R$ 100 mil.

Apesar da mudança, Oliveira afirma que o consumidor está muito cauteloso para realizar financiamentos longos. “O cenário atual preocupa. Muitos  estão evitando se endividar agora por conta situação econômica. Os consumidores estão agindo com cautela”, afirma. “No momento atual de queda de vendas, inflação e desemprego, o consumidor vai pensar várias vezes antes de comprometer sua renda em um financiamento de imóvel”, completa.

Segundo imóvel
Também na tentativa de reaquecer o mercado imobiliário, a Caixa Econômica  anunciou a reabertura do financiamento de dois imóveis simultâneos pelo mesmo tomador de crédito. Na prática, quem ainda está pagando pela compra de um imóvel financiado poderá fazer um segundo contrato do gênero.

A restrição ao financiamento do segundo imóvel estava em vigor desde 17 de agosto do ano passado. “Desta forma, o cliente poderá ter dois imóveis financiados ou ter uma folga de tempo para vender o seu primeiro imóvel”, afirmou a presidente da Caixa, Miriam Belchior, em entrevista.

Segundo o banco, as regras para o segundo  financiamento serão as que estão vigentes e os recursos a ser disponibilizados pela Caixa serão semelhantes aos do ano passado.

Com as medidas, o banco espera elevar o volume de contratações em 13% neste ano, o equivalente a 64 mil unidades habitacionais a mais: 29,7 mil serão financiadas com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e 34,3 mil pela poupança.

Para aumentar a oferta de crédito, a Caixa Econômica usará recursos adicionais do FGTS. Dos R$ 22,5 bilhões liberados em fevereiro pelo Conselho Curador do fundo, R$ 16,1 bilhões serão destinados ao banco. As taxas de juros vão variar de 7,85% a 8,85% ao ano, no caso dos imóveis de até R$ 750 mil. Também está prevista uma linha de crédito de R$ 2,4 bilhões com taxas especiais para construtoras. O dinheiro poderá financiar a produção de imóveis de até 
R$ 500 mil.

Com as implementações, a  Caixa  quer retomar o crescimento do volume de financiamentos imobiliários no banco. “A meta é aquecer a demanda para que se tenha um impacto de maior acesso à moradia e à retomada da construção civil”, disse Miriam Belchior.

Fonte: correio24horas.com.br
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Preço dos imóveis sobem menos que a inflação

Embora a inflação esteja subindo, o preço dos imóveis não estão acompanhando o ritmo de crescimento dela. O cenário de crise em que o país se encontra e os diversos reflexos: retração da economia, alta taxa de desemprego, alta inflação, pouco crédito, entre outros, estão causando impacto também no setor imobiliário.


Eduardo Zylberstajn, coordenador do índice Fipezap, diz que a inflação está fazendo os preços subir num ritmo elevado, algo em torno dos 10% ao ano e o preço dos imóveis subindo menos que isso, 1% ou 1,3%. A impressão é que tudo subiu e o preço dos imóveis ficou praticamente estagnado.

De acordo com o economista-chefe do Secovi-Sp, Ceso Petrucci, os imóveis novos tendem a ter seus preços readequados ao atual cenário pelas companhias.

Para quem possui recursos no banco, é o momento ideal para comprar imóveis a vista, porém, é um momento ruim aos que investiram. Diversos investidores não querem baixar o preço, apenas os que reconhecem que está muito difícil vender.

Os novos apartamentos em Santos, por exemplo, chegam a ter desconto de até R$100 mil pelas construtoras para empreendimentos já entregues ou quase prontos.

Do ponto de vista macroeconômico, este cenário é favorável ao mercado imobiliário, uma vez que o Real está em queda em relação ao Dólar e favorece a aquisição de imóveis no Brasil por estrangeiros.

Ano passado, 20 cidades brasileiras tiveram a menor alta do metro quadrado já registrada na história. O índice FipeZap pode recuar em até 6% neste ano.
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Entenda como funciona o Consórcio

O Consórcio refere-se ao grupo de pessoas físicas ou jurídicas reunidas para comprar um bem comum, com prazo de duração e número de cotas previamente determinados, elas pagam mensalmente uma pequena parte do valor total adquirido e tem a finalidade de propiciar a seus integrantes a aquisição de bens ou serviços, por meio de autofinanciamento.

No ramo imobiliário, essa atividade cresceu consideravelmente haja vista que os juros por outras formas de financiamento estão elevados e no consórcio não há juros, apenas uma taxa de administração que cobre as despesas (muito menor quando comparada pelos bancos e financeiras.)

Não é necessária taxa de adesão para entrar em um consórcio, em alguns casos apenas há a necessidade de antecipação da taxa de adesão. Há duas palavras bastante utilizadas num consórcio: sorteio e lance.

O sorteio acontece nas assembleias e uma vez ao mês, apenas um dos consorciados do grupo pode ser sorteado e o que for sorteado recebe o valor total da cota adquirida, mas, continua pagando as parcelas até o fim do grupo. O lance diz respeito a uma espécie de "leilão", o consorciado que der maior lance é o que é contemplado.

A cota (número que identifica o consorciado e a parte que cabe a cada um deles) é valorizada a cada ano pelo INCC (Índice Nacional de Custos da Construção) - índice para medir a variação dos preços de materiais, mão de obra e matéria prima da construção civil.

O valor contemplado no final do consórcio pode ser utilizado em  imóveis  residenciais ou comerciais, galpão, construções ou reforma, terrenos.

A contemplação do consórcio é quando um dos consorciados por sorteio ou lance adquire o direito de comprar um bem contratado.


Texto enviado por: Real Consultoria Imobiliária
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