Dicas que ajudam no Financiamento de Imóveis

Está pensando em financiar o seu sobrado? Essa é a opção que a maioria das famílias encontram para realizar o sonho da casa própria. O financiamento de imóveis é ofertado por bancos públicos e privados que “quitam a dívida” junto às construtoras e parcelam em até 30 anos o valor solicitado – com cobrança de juros, é claro.

Apesar de um longo período, você não está preso ao banco, afinal, você pode quitar a dívida num tempo reduzido, seja pagando valores maiores todos os anos ou dando o valor devido de uma única vez – a vantagem disso é que os juros diminuem consideravelmente.

Pensando em esclarecer algumas dúvidas e ajudar as pessoas que estão nesse processo, preparamos o material abaixo. São 8 dicas para facilitar o seu Financiamento de Imóveis.

Infográfico - Financiamento de Imóveis
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Dicas para diminuir a taxa condominial

A economia atual, com inflação, juros altos e retração industrial traz um novo desafio para síndicos: minimizar o impacto que as despesas condominiais causam no orçamento familiar. Além de estudar como cortar custos, outra solução é gerar renda para o condomínio visando diminuir a taxa paga pelos moradores.

O gerente geral de condomínios da Apsa, Geraldo Victor, lembra que publicidade, por exemplo, pode ser mais explorada. Proibida em paredes externas, os grandes condomínios podem pensar em abrir espaços dentro das áreas comuns, por onde passam centenas de pessoas. “Empresas podem ter espaço para anúncios dentro da academia, do espaço gourmet, do cinema do condomínio e de outros que são constantemente utilizados. Há condomínios que fazem jornais e vendem anúncios", diz.

Caso a moradia funcional não seja utilizada por empregados, esse espaço também pode servir de receita. “Outra opção interessante é vender o lixo reciclável ou orgânico. Além de gerar renda, garante o descarte adequado desse resíduo”. E há outras maneiras de gerar recursos, como a locação de espaços em áreas comuns do condomínio.

“Quando há engajamento por parte dos moradores, é possível até organizar bazares de venda de produtos que os moradores não usam mais, com a finalidade de reverter a renda para o condomínio. Ou também fazer eventos que contem com patrocinadores”.

E, além de gerar outras fontes de recurso, outra ação importante é cortar custos. Para economizar energia e água, por exemplo, o condomínio pode instalar sensores para a iluminação de áreas comuns, instalar descargas que regulam o fluxo de água nos banheiros e também investir nos hidrômetros individuais por unidades.

Casos de inadimplência também podem deixar o caixa negativo. Nesse caso, o condomínio pode contratar empresas que compram a dívida ou fazem garantia de receita. Elas arcam com as despesas do condomínio, cobrando taxas pelo serviço, quando não, ter um suporte ativo de recuperação de receita.

“Mas lembramos que para qualquer das possibilidades citadas, estas devem estar amparadas por base legal, seja prevista em convenção, seja por deliberação em assembleias especificamente convocadas e com aprovação de número convencionada, ou simplesmente legais”, alerta.
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Caixa anuncia aumento do limite de crédito para financiamento de imóveis

A Caixa Econômica Federal vai liberar financiamento de imóveis de até R$ 3 milhões a partir da próxima segunda-feira (25). O novo limite de crédito, que dobra o atual teto de R$ 1,5 milhão, só será disponibilizado na modalidade Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), que  financia imóveis mais caros sem emprestar dinheiro do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

A Caixa anunciou também que passará a financiar uma parcela maior do valor dos imóveis por meio do SFI. A cota de financiamento para imóveis usados subiu de 60% para 70% do valor total. Para a compra de imóvel novo, construção em terreno próprio, aquisição de terrenos e reforma ou ampliação, a cota passou de 70% para 80%.

Para as operações com quitação de financiamento com outra instituição financeira, a cota de financiamento subirá de 50% para 70%. Até o início do ano passado, a Caixa financiava 70% dos imóveis adquiridos pelo SFI. O teto caiu para 40% em maio de 2015 e tinha sido reajustado para 60% em março deste ano.

As mudanças não afetam as operações do Sistema Financeiro da Habitação (SFH), que financia a compra de imóveis de até R$ 650 mil no Ceará. O SFH financia imóveis com recursos da poupança e do FGTS, enquanto o SFI financia unidades de maior valor, com recursos de fundos de pensão, fundos de renda fixa, companhias seguradoras e bancos de investimento.



Fonte: Agência Brasil
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O sonho da casa própria pode se tornar realidade com a crise econômica

Com a crise que estamos vivendo atualmente, o sonho da casa própria parece estar se tornando cada vez mais distante da realidade dos brasileiros, não é verdade? Bem, na verdade não.


O que podemos enxergar no mercado imobiliário atualmente, é que as construtoras estão aproveitando esse momento de crise para oferecer descontos cada vez maiores. Portanto, se você esteve juntando dinheiro durante todos esses anos, esse é momento certo para comprar o seu imóvel.

As pessoas costumam confundir os momentos de crise, e pensar que essa não é uma boa hora para realizar nenhuma espécie de investimento.

Está certo que a situação é delicada, tem muita gente desempregada e os preços de algumas coisas subiram significativamente. Com o governo cada dia mais estável e operações anticorrupção à todo vapor, é preciso tomar cuidado, pois não sabemos o que virá pela frente.

No entanto, em determinadas situações, é preciso ter olhos para enxergar as oportunidades e não perder grandes chances de realizar investimentos lucrativos.

Comprar um imóvel é um processo que leva tempo. E dependendo da sua situação, e do imóvel que você deseja adquirir, esse tempo pode ser bem longo.

O ideal é fazer um planejamento bem estruturado, incluindo o quanto você pode gastar, o tipo de imóvel que você quer comprar e a sua localidade. Essas são questões muito importantes, que irão te ajudar não passar dificuldades futuramente, quando estiver pagando pela casa.

Voltando a falar sobre a atual situação do mercado imobiliário, algumas construtoras estão oferecendo descontos significativos na compra de imóveis. É o caso, por exemplo, da Lira Coutinho, uma construtora de Fortaleza, no Ceará.

Se você mora na região e sempre teve o sonho de comprar sua casa própria, essa pode ser a sua grande chance. A construtora está oferecendo 18% de desconto para pagamento a vista ou financiamento no empreendimento “Vivenda Parangaba”.

Vivenda Parangaba é um condomínio com 192 apartamentos e 12 andares. Cada apartamento possui 3 quartos, sendo 1 suíte, varanda e 62,51 m² de área privativa, além de garagem para 1 ou 2 carros.


O empreendimento tem um grande potencial e a finalidade de proporcionar conforto e comodidade para você e sua família em um ambiente agradável e acolhedor.

No condomínio, você ainda pode encontrar espaços como:

Salão de Festas 
Salão de Jogos
Espaço Gourmet
Forno de Pizza
Piscina Adulto e Infantil
Playground Infantil
Academia
Espaço Zen
Solarium
Redário

Ou seja, é um empreendimento completo, com tudo o que você precisa para garantir o conforto, a segurança e a diversão de toda a família.

Hoje em dia, com a violência que encontramos, principalmente nas grandes cidades, fica difícil encontrar um lugar seguro para levar as crianças para brincar. E viver fechado em um apartamento não é uma boa ideia. 

Ao adquirir um imóvel no Vivenda Parangaba, você adquire também a garantia de que seus filhos terão um lugar seguro e agradável para brincar. Nos finais de semana, dá para convidar os amiguinhos da escola para brincar no playground ou na piscina e fazer uma verdadeira festa. 


 Vivenda Parangaba - Pronto para Morar

O condomínio fica localizado no bairro Parangaba, uma área em ascensão na cidade de Fortaleza e com grande capacidade de crescimento. Comprar seu imóvel novo, em uma região bem localizada e com tantas vantagens é uma oportunidade que não dá para perder, não é verdade?

E aí, ficou interessado pela oferta? Decidiu que essa é a hora certa para comprar sua casa própria em Fortaleza? 

Visite o link abaixo e saiba mais informações sobre o local, sobre os apartamentos e sobre a infra-estrutura em geral. Não deixe para amanhã e nem adie mais o seu sonho!


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Com mudanças na Caixa, cliente poderá ter dois imóveis financiados ao mesmo tempo

Com as medidas, o banco espera elevar o volume de contratações em 13% neste ano, o equivalente a 64 mil unidades habitacionais a mais

Uma injeção de esperança para o mercado imobiliário. Foi assim que especialistas do segmento avaliaram a medida da Caixa Econômica Federal (CEF) anunciada ontem, aumentando de 50% para 70% a cota de financiamento para os imóveis usados no país. A mudança vale apenas para moradias financiadas com  recursos da caderneta de  poupança. Este teto de empréstimo pode  chegar a até  80% para funcionários públicos.



De acordo com as  novas regras, os financiamentos com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo terão uma elevação do limite do valor total financiado de 50% para 70% do valor do imóvel no Sistema Financeiro de Habitação (SFH), e de 40% para 60% para imóveis no Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), pelo Sistema de Amortização Constante (SAC). Os limites menores valiam desde maio de 2015, quando o banco limitou o volume de crédito para imóveis usados.

Mudança positiva
“O segredo do mercado imobiliário chama-se financiamento porque é assim que as pessoas têm condições de comprar. A nova regra deve ajudar o mercado”, afirma Noel Silva, conselheiro do  Conselho Regional de Corretores de Imóveis - 9ª Região (Creci-BA).  Segundo ele, a mudança anterior agravou a crise econômica que já existia.“Quando o índice foi reduzido a 50% em maio do ano passado, sentimos o impacto na venda de imóvel usado, que reduziu bastante. Para nós, o  cenário ideal seria que a Caixa voltasse a financiar 90% dos imóveis usados, como já aconteceu anteriormente”.

O presidente do Sindicato da Habitação (Secovi-BA),  Kelsor Fernandes, vê a medida como a tentativa de corrigir o equívoco quando o teto de financiamento foi reduzido. “Naquela época foi um baque geral para o mercado. A esperança  é que o aumento no percentual do financiamento aqueça o segmento, principalmente no setor de usados”. Apesar de ser uma boa notícia, Fernandes  diz que apenas essa  medida não vai salvar o setor, pois a renda dos brasileiros tem caído.

Imóveis novos
A medida deve incrementar  positivamente a venda de imóveis novos. Para o  presidente do Sindicato da Indústria da Construção do Estado da Bahia (Sinduscon-BA), Carlos Henrique Passos, a nova regra facilita a liquidez do mercado de usados e dinamiza o de imóveis novos. “A pessoa que compra o imóvel novo conta, muitas vezes, com a venda do seu usado, que foi prejudicada com a mudança da regra no ano passado. Com o novo percentual, esperamos que essa negociação seja facilitada”, declara.

A notícia também foi vista de forma positiva pelo presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário da Bahia (Ademi-BA), Luciano Muricy Fontes. “Se a pessoa tinha dificuldade de vender o imóvel antigo, a compra do novo também era inviabilizada. É um bom sinal para o mercado que eles tenham voltado atrás”.

Para ele, apesar da medida ser um ânimo, ela é pontual. “Apesar de ajudar, é preciso que o país retome o rumo da economia”, completou.

Dois lados
Do ponto de vista do consumidor, a medida é importante, pois a mudança anterior dificultou o acesso à casa própria, conforme   Miguel José Ribeiro de Oliveira, diretor-executivo de Estudos e Pesquisas Econômicas da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade).

“Imagina a pessoa que tinha um financiamento de 80%. Quando a Caixa Econômica  reduziu o financiamento para 50%, um imóvel de R$ 500 mil passou a exigir  R$ 250 mil de entrada. Em muitas situações, a compra era inviabilizada, porque não é todo mundo que conseguia ter esse valor”, afirma. Pelas novas regras, o mesmo imóvel exigirá agora uma entrada de R$ 150 mil. Para funcionários públicos, o valor reduz ainda mais, ficando em R$ 100 mil.

Apesar da mudança, Oliveira afirma que o consumidor está muito cauteloso para realizar financiamentos longos. “O cenário atual preocupa. Muitos  estão evitando se endividar agora por conta situação econômica. Os consumidores estão agindo com cautela”, afirma. “No momento atual de queda de vendas, inflação e desemprego, o consumidor vai pensar várias vezes antes de comprometer sua renda em um financiamento de imóvel”, completa.

Segundo imóvel
Também na tentativa de reaquecer o mercado imobiliário, a Caixa Econômica  anunciou a reabertura do financiamento de dois imóveis simultâneos pelo mesmo tomador de crédito. Na prática, quem ainda está pagando pela compra de um imóvel financiado poderá fazer um segundo contrato do gênero.

A restrição ao financiamento do segundo imóvel estava em vigor desde 17 de agosto do ano passado. “Desta forma, o cliente poderá ter dois imóveis financiados ou ter uma folga de tempo para vender o seu primeiro imóvel”, afirmou a presidente da Caixa, Miriam Belchior, em entrevista.

Segundo o banco, as regras para o segundo  financiamento serão as que estão vigentes e os recursos a ser disponibilizados pela Caixa serão semelhantes aos do ano passado.

Com as medidas, o banco espera elevar o volume de contratações em 13% neste ano, o equivalente a 64 mil unidades habitacionais a mais: 29,7 mil serão financiadas com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e 34,3 mil pela poupança.

Para aumentar a oferta de crédito, a Caixa Econômica usará recursos adicionais do FGTS. Dos R$ 22,5 bilhões liberados em fevereiro pelo Conselho Curador do fundo, R$ 16,1 bilhões serão destinados ao banco. As taxas de juros vão variar de 7,85% a 8,85% ao ano, no caso dos imóveis de até R$ 750 mil. Também está prevista uma linha de crédito de R$ 2,4 bilhões com taxas especiais para construtoras. O dinheiro poderá financiar a produção de imóveis de até 
R$ 500 mil.

Com as implementações, a  Caixa  quer retomar o crescimento do volume de financiamentos imobiliários no banco. “A meta é aquecer a demanda para que se tenha um impacto de maior acesso à moradia e à retomada da construção civil”, disse Miriam Belchior.

Fonte: correio24horas.com.br
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Preço dos imóveis sobem menos que a inflação

Embora a inflação esteja subindo, o preço dos imóveis não estão acompanhando o ritmo de crescimento dela. O cenário de crise em que o país se encontra e os diversos reflexos: retração da economia, alta taxa de desemprego, alta inflação, pouco crédito, entre outros, estão causando impacto também no setor imobiliário.




Eduardo Zylberstajn, coordenador do índice Fipezap, diz que a inflação está fazendo os preços subir num ritmo elevado, algo em torno dos 10% ao ano e o preço dos imóveis subindo menos que isso, 1% ou 1,3%. A impressão é que tudo subiu e o preço dos imóveis ficou praticamente estagnado.

De acordo com o economista-chefe do Secovi-Sp, Ceso Petrucci, os imóveis novos tendem a ter seus preços readequados ao atual cenário pelas companhias.

Para quem possui recursos no banco, é o momento ideal para comprar imóveis a vista, porém, é um momento ruim aos que investiram. Diversos investidores não querem baixar o preço, apenas os que reconhecem que está muito difícil vender.

Os novos apartamentos em Santos, por exemplo, chegam a ter desconto de até R$100 mil pelas construtoras para empreendimentos já entregues ou quase prontos.

Do ponto de vista macroeconômico, este cenário é favorável ao mercado imobiliário, uma vez que o Real está em queda em relação ao Dólar e favorece a aquisição de imóveis no Brasil por estrangeiros.

Ano passado, 20 cidades brasileiras tiveram a menor alta do metro quadrado já registrada na história. O índice FipeZap pode recuar em até 6% neste ano.
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Entenda como funciona o Consórcio

O Consórcio refere-se ao grupo de pessoas físicas ou jurídicas reunidas para comprar um bem comum, com prazo de duração e número de cotas previamente determinados, elas pagam mensalmente uma pequena parte do valor total adquirido e tem a finalidade de propiciar a seus integrantes a aquisição de bens ou serviços, por meio de autofinanciamento.

No ramo imobiliário, essa atividade cresceu consideravelmente haja vista que os juros por outras formas de financiamento estão elevados e no consórcio não há juros, apenas uma taxa de administração que cobre as despesas (muito menor quando comparada pelos bancos e financeiras.)

Não é necessária taxa de adesão para entrar em um consórcio, em alguns casos apenas há a necessidade de antecipação da taxa de adesão. Há duas palavras bastante utilizadas num consórcio: sorteio e lance.

O sorteio acontece nas assembleias e uma vez ao mês, apenas um dos consorciados do grupo pode ser sorteado e o que for sorteado recebe o valor total da cota adquirida, mas, continua pagando as parcelas até o fim do grupo. O lance diz respeito a uma espécie de "leilão", o consorciado que der maior lance é o que é contemplado.

A cota (número que identifica o consorciado e a parte que cabe a cada um deles) é valorizada a cada ano pelo INCC (Índice Nacional de Custos da Construção) - índice para medir a variação dos preços de materiais, mão de obra e matéria prima da construção civil.

O valor contemplado no final do consórcio pode ser utilizado em  imóveis  residenciais ou comerciais, galpão, construções ou reforma, terrenos.

A contemplação do consórcio é quando um dos consorciados por sorteio ou lance adquire o direito de comprar um bem contratado.


Texto enviado por: Real Consultoria Imobiliária
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O desafio de financiar um imóvel usado

Existem detalhes específicos para se obter sucesso com o financiamento de um imóvel usado. Há algumas diferenças entre o financiamento do imóvel usado, novo ou na planta. Conheça mais sobre o processo e prepare-se para vencer esse desafio.




Uma dificuldade passa muitas vezes pelo perfil do proprietário do imóvel que quer o pagamento à vista e no mesmo dia da escritura; apesar de receber a mesma quantia do banco e, geralmente, com mais garantias.

Porém se o proprietário optar ou aceitar que o seu imóvel seja adquirido através de um financiamento imobiliário, esse será mais exigente em relação à documentação do imóvel a ser apresentada. E é na checagem dos documentos que ocorre a maioria dos problemas que inviabilizam a liberação do financiamento. Dívidas, hipotecas, ausência de escritura definitiva e até o não pagamento de impostos desabilitam o imóvel para ser financiado.

É importante entender que o banco paga a maior parte da conta, concedendo o financiamento ao comprador; sendo assim, toda a documentação do imóvel precisa estar em dia, pois a garantia do agente financeiro é o bem alienado (Imóvel).

Outra consideração no momento de financiar um imóvel usado que faz diferença é a relação entre o valor da entrada e o saldo devedor a ser financiado. A dica nesse caso é esquecer a possibilidade de financiar um imóvel usado em 100%, mesmo que seja a prática mais comum. Isso porque, além do gasto com a compra, existem valores importantes que precisam ser desembolsados, como taxas, impostos, etc. Portanto esteja preparado para dispor em dinheiro de pelo menos 20% do valor do imóvel para outros gastos.

Uma noticia pode ser boa se o financiamento desejado estiver no âmbito do Sistema Financeiro da Habitação (SFH) e se o comprador seguir todas as regras e exceções do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), que pode ser utilizado para pagar parte do valor das prestações mensais do financiamento, além de poder amortizar e liquidar o saldo devedor. Mas muita atenção: é importante procurar a Caixa Econômica Federal para saber das condições de uso dos recursos do Fundo nos casos mencionados.

Outro ponto é sobre a avaliação do imóvel que você tanto gostou e deseja financiar. A avaliação do banco pode ser diferente do preço que o proprietário definiu para vender o seu imóvel. Nesse caso, quem define o valor final é o agente financeiro.

Existem mais questões importantes que envolvem o financiamento de imóveis usados, como os relacionados à sua documentação e, principalmente, à comprovação de renda. E para testar a real possibilidade de se obter um financiamento imobiliário, não deixe de fazer simulações nos principais bancos.

Então, por mais ofertas que os jornais e portais divulgam, é importante considerar pelo menos três aspectos citados neste artigo para comprar o seu imóvel usado com tranquilidade. Confira:

O proprietário deseja o pagamento à vista ou aceita financiar seu imóvel?
A documentação do imóvel está atualizada e livre de ônus?
A avaliação do imóvel foi bem feita, o preço do imóvel é o de mercado?


Fonte: Mercado Imobiliário
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Contrato de compra e venda e outros cuidados na hora de oficializar o sonho da casa própria

"Contratos de compra, venda e aluguel de imóveis não dizem respeito apenas ao firmamento de um compromisso, mas também e principalmente à realização de sonhos."

As pessoas se envolvem financeira e emocionalmente nesses processos, por isso, é de extrema importância que os contratos relativos a essas transações imobiliárias sejam desenvolvidos de maneira correta. Ter objetividade e clareza nos termos decididos ajuda a evitar possíveis futuros atritos por conta de interpretações diferenciadas. Pensando nisso, elaboramos uma lista de todas as informações que não podem faltar nesse documento. Confira:

Dados dos envolvidos

É preciso registrar todos os dados pessoais dos envolvidas no processo — ou seja, do comprador e do vendedor. Entre as informações que precisam constar estão: nome completo, estado civil, nacionalidade, profissão, CPF, RG e endereço completo de residência.

Do que se trata o contrato

No item sobre o objeto do contrato, é preciso especificar que o documento refere-se à venda/compra do imóvel em questão. Descreva o imóvel da mesma forma que aparece na matrícula no Cartório de Registro, onde constam informações detalhadas da propriedade — inclusive sobre os imóveis ao redor.

Informações financeiras

Inclua no contrato de compra e venda todo e qualquer detalhe sobre os valores da transação. Informe o valor exato da venda e especifique as condições de pagamento. Caso seja acordado entre as partes que o valor será pago de forma parcelada, é preciso descrever qual o número de parcelas e o vencimento de cada uma delas. Outro dado que é importante constar no contrato é: como o vendedor receberá o pagamento? Em dinheiro, por transferência bancária, cheques? Comunique isso também. Caso haja flexibilidade nessa forma de pagamento, isso também precisa estar descrito no documento.

Garantia oficializada

Sabe aquela frase “Eu nunca imaginei que isso iria acontecer comigo”? Para garantir que, em termos de decepção e prejuízos no processo de compra de imóvel, isso realmente não aconteça, é bom garantir oficialmente que está fazendo um negócio de confiança. No contrato de compra e venda, inclua a obrigatoriedade do vendedor em apresentar documentos que comprovem sua idoneidade. E se você preocupa-se com o passado do vendedor, precisa também ficar atento ao que pode estar envolvido no imóvel que via adquirir: exija a inclusão de comprovações de que o imóvel não corre o risco de ser arrolado em ações judiciais, como herança e penhora.

Imóvel no azul

Você está comprando o imóvel, não suas dívidas. Assim como precisa garantir que o bem que você está adquirindo está livre de ações judiciais, também é necessário assegurar que, junto com as chaves, não venham também as dívidas. No contrato, é preciso estar especificado que qualquer obrigação financeira vinculada ao imóvel firmada antes da venda, é de responsabilidade do vendedor.

Quando sair, quando entrar.

Se o imóvel estiver sendo utilizado, é preciso que haja acordo entre as partes. Nem sempre a data para entrada do novo proprietário é a melhor data para a saída do atual morador. Uma conversa pode definir o melhor momento para a desocupação do imóvel que seja oportuna para ambos. Mas é claro que, além de acordar verbalmente, é preciso incluir uma cláusula que determine essa data. Tudo relacionado ao processo de compra e venda precisa estar especificado no contrato.

Penalidades

A cláusula penal é a garantia de que se algo der errado você poderá tomar ações para sua defesa e ressarcimento. Aqui são definidas as obrigações de cada parte caso seja descumprido algum acordo firmado no contrato. Nesse item, é preciso determinar valores a serem pagos pelo descumprimento das cláusulas.

E no contrato de aluguel?

No caso de contrato de aluguel, algumas informações coincidem com os itens do contrato de compra e venda, mas outras são bem específicas desse tipo de transação. Conheça as principais:

  1. Nome, endereço e qualificação do proprietário do imóvel e locatário;
  2. Se houver fiadores, os dados relativos a eles também devem constar;
  3. Endereço e descrição do imóvel;
  4. Valor do aluguel e o índice do reajuste, que deverá ser anual;
  5. Local onde os pagamentos deverão ser realizados e forma de pagamento;
  6. Tipo de garantia da locação, que pode ser fiança, caução, seguro-fiança ou cessão fiduciária de quotas de fundo de investimento. (Incluído pela Lei nº 11.196, de 2005);
  7. Identificação de todas as despesas que ficarão a cargo do locatário, como IPTU, taxas e prêmios de seguro contra fogo;
  8. Destinação do imóvel, no caso de casas e apartamentos residenciais;
  9. Período de vigência do contrato;
  10. Termo de vistoria, que deve constar as condições do imóvel. A vistoria deve ser feita antes da entrada no imóvel e após a saída do locatário;
  11. Especificação de multas no caso de atraso de atraso no pagamento do aluguel, rescisão contratual antes do término do contrato por parte do locatário e por infração a qualquer das cláusulas do contrato.


Fonte:  Portal Busca Certa Imóveis
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Geração Y é mais da metade entre quem procura imóvel na internet

Geração Y é mais da metade entre quem procura imóvel na internet, aponta pesquisa do portal VivaReal


Estudo também apontou a localização do imóvel como fator unânime entre as gerações na hora de escolher o novo lar

Existem muitas diferenças entre as gerações, o que valorizam, como trabalham, como se relacionam e até mesmo como buscam uma nova casa. Pensando nisso, o VivaReal, portal de anúncios de imóveis líder no Brasil, realizou uma pesquisa com sua base de usuários para compreender como as gerações Y (18 a 35 anos), X (36 a 50 anos) e Baby Boomers (51 a 69 anos) se comportam na hora de buscar um novo imóvel na internet.

O levantamento foi feito com pessoas das três gerações que acessaram o portal para comprar ou alugar imóveis durante o último semestre e teve o objetivo de identificar quais são as principais motivações que os levam a encontrar um novo lar, assim como os fatores mais importantes que influenciam o processo de escolha.

A pesquisa mostrou que a Geração Y é a que mais busca imóveis online (55%). A maioria dos entrevistados desta geração está em busca do primeiro imóvel (50%), mas quando comparados às outras gerações, são os que mais procuram imóveis para aluguel (34%). Possuem preferência por imóveis de 2 quartos e são mais impacientes quanto ao tempo para escolher um novo lar, – 40% consideram 3 meses um tempo suficiente para escolher um imóvel - mas admitem não conhecer os processos de compra e aluguel.

Quando comparamos as gerações X e Baby Boomers, as diferenças diminuem. Representando 45% do público do portal, essas gerações se interessam majoritariamente por comprar um imóvel, tendo preferência por aqueles de 2 e 3 dormitórios. Buscam por imóveis maiores em bairros mais valorizados, além de serem mais informados sobre o processo de compra e aluguel. Eles tendem a ser mais pacientes e seletivos, considerando 6 meses um tempo adequado para tomar uma decisão em relação ao imóvel ideal.

Apesar das diferenças, alguns pontos são similares. Os Baby Boomers são os mais preocupados com a localização e bairro, no entanto essa ainda é uma preocupação de todas as gerações “Localização sempre foi um ponto de atenção quando falamos em busca de imóveis, mas a geração Y costuma ser mais flexível e abre mão de localização por outros motivos, seja ele financeiro ou pelos serviços oferecidos no condomínio”, explica Rodrigo Iannuzzi, vice-presidente de Produto do VivaReal.

Outro ponto também se destacou no estudo e foi unanimidade entre as gerações. Quando perguntados sobre a melhor forma para ter um retorno de imobiliárias e corretores, 87% dos entrevistados consideram o e-mail o melhor meio de comunicação. “A escolha do e-mail como meio de comunicação preferido dos entrevistados mostra que os consumidores estão cada vez mais conectados e que o mercado precisa se adaptar para atender melhor a esse público”, completa Iannuzzi.


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