Entenda como funciona o Consórcio

O Consórcio refere-se ao grupo de pessoas físicas ou jurídicas reunidas para comprar um bem comum, com prazo de duração e número de cotas previamente determinados, elas pagam mensalmente uma pequena parte do valor total adquirido e tem a finalidade de propiciar a seus integrantes a aquisição de bens ou serviços, por meio de autofinanciamento.

No ramo imobiliário, essa atividade cresceu consideravelmente haja vista que os juros por outras formas de financiamento estão elevados e no consórcio não há juros, apenas uma taxa de administração que cobre as despesas (muito menor quando comparada pelos bancos e financeiras.)

Não é necessária taxa de adesão para entrar em um consórcio, em alguns casos apenas há a necessidade de antecipação da taxa de adesão. Há duas palavras bastante utilizadas num consórcio: sorteio e lance.

O sorteio acontece nas assembleias e uma vez ao mês, apenas um dos consorciados do grupo pode ser sorteado e o que for sorteado recebe o valor total da cota adquirida, mas, continua pagando as parcelas até o fim do grupo. O lance diz respeito a uma espécie de "leilão", o consorciado que der maior lance é o que é contemplado.

A cota (número que identifica o consorciado e a parte que cabe a cada um deles) é valorizada a cada ano pelo INCC (Índice Nacional de Custos da Construção) - índice para medir a variação dos preços de materiais, mão de obra e matéria prima da construção civil.

O valor contemplado no final do consórcio pode ser utilizado em  imóveis  residenciais ou comerciais, galpão, construções ou reforma, terrenos.

A contemplação do consórcio é quando um dos consorciados por sorteio ou lance adquire o direito de comprar um bem contratado.


Texto enviado por: Real Consultoria Imobiliária
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O desafio de financiar um imóvel usado

Existem detalhes específicos para se obter sucesso com o financiamento de um imóvel usado. Há algumas diferenças entre o financiamento do imóvel usado, novo ou na planta. Conheça mais sobre o processo e prepare-se para vencer esse desafio.




Uma dificuldade passa muitas vezes pelo perfil do proprietário do imóvel que quer o pagamento à vista e no mesmo dia da escritura; apesar de receber a mesma quantia do banco e, geralmente, com mais garantias.

Porém se o proprietário optar ou aceitar que o seu imóvel seja adquirido através de um financiamento imobiliário, esse será mais exigente em relação à documentação do imóvel a ser apresentada. E é na checagem dos documentos que ocorre a maioria dos problemas que inviabilizam a liberação do financiamento. Dívidas, hipotecas, ausência de escritura definitiva e até o não pagamento de impostos desabilitam o imóvel para ser financiado.

É importante entender que o banco paga a maior parte da conta, concedendo o financiamento ao comprador; sendo assim, toda a documentação do imóvel precisa estar em dia, pois a garantia do agente financeiro é o bem alienado (Imóvel).

Outra consideração no momento de financiar um imóvel usado que faz diferença é a relação entre o valor da entrada e o saldo devedor a ser financiado. A dica nesse caso é esquecer a possibilidade de financiar um imóvel usado em 100%, mesmo que seja a prática mais comum. Isso porque, além do gasto com a compra, existem valores importantes que precisam ser desembolsados, como taxas, impostos, etc. Portanto esteja preparado para dispor em dinheiro de pelo menos 20% do valor do imóvel para outros gastos.

Uma noticia pode ser boa se o financiamento desejado estiver no âmbito do Sistema Financeiro da Habitação (SFH) e se o comprador seguir todas as regras e exceções do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), que pode ser utilizado para pagar parte do valor das prestações mensais do financiamento, além de poder amortizar e liquidar o saldo devedor. Mas muita atenção: é importante procurar a Caixa Econômica Federal para saber das condições de uso dos recursos do Fundo nos casos mencionados.

Outro ponto é sobre a avaliação do imóvel que você tanto gostou e deseja financiar. A avaliação do banco pode ser diferente do preço que o proprietário definiu para vender o seu imóvel. Nesse caso, quem define o valor final é o agente financeiro.

Existem mais questões importantes que envolvem o financiamento de imóveis usados, como os relacionados à sua documentação e, principalmente, à comprovação de renda. E para testar a real possibilidade de se obter um financiamento imobiliário, não deixe de fazer simulações nos principais bancos.

Então, por mais ofertas que os jornais e portais divulgam, é importante considerar pelo menos três aspectos citados neste artigo para comprar o seu imóvel usado com tranquilidade. Confira:

O proprietário deseja o pagamento à vista ou aceita financiar seu imóvel?
A documentação do imóvel está atualizada e livre de ônus?
A avaliação do imóvel foi bem feita, o preço do imóvel é o de mercado?


Fonte: Mercado Imobiliário
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Contrato de compra e venda e outros cuidados na hora de oficializar o sonho da casa própria

"Contratos de compra, venda e aluguel de imóveis não dizem respeito apenas ao firmamento de um compromisso, mas também e principalmente à realização de sonhos."

As pessoas se envolvem financeira e emocionalmente nesses processos, por isso, é de extrema importância que os contratos relativos a essas transações imobiliárias sejam desenvolvidos de maneira correta. Ter objetividade e clareza nos termos decididos ajuda a evitar possíveis futuros atritos por conta de interpretações diferenciadas. Pensando nisso, elaboramos uma lista de todas as informações que não podem faltar nesse documento. Confira:

Dados dos envolvidos

É preciso registrar todos os dados pessoais dos envolvidas no processo — ou seja, do comprador e do vendedor. Entre as informações que precisam constar estão: nome completo, estado civil, nacionalidade, profissão, CPF, RG e endereço completo de residência.

Do que se trata o contrato

No item sobre o objeto do contrato, é preciso especificar que o documento refere-se à venda/compra do imóvel em questão. Descreva o imóvel da mesma forma que aparece na matrícula no Cartório de Registro, onde constam informações detalhadas da propriedade — inclusive sobre os imóveis ao redor.

Informações financeiras

Inclua no contrato de compra e venda todo e qualquer detalhe sobre os valores da transação. Informe o valor exato da venda e especifique as condições de pagamento. Caso seja acordado entre as partes que o valor será pago de forma parcelada, é preciso descrever qual o número de parcelas e o vencimento de cada uma delas. Outro dado que é importante constar no contrato é: como o vendedor receberá o pagamento? Em dinheiro, por transferência bancária, cheques? Comunique isso também. Caso haja flexibilidade nessa forma de pagamento, isso também precisa estar descrito no documento.

Garantia oficializada

Sabe aquela frase “Eu nunca imaginei que isso iria acontecer comigo”? Para garantir que, em termos de decepção e prejuízos no processo de compra de imóvel, isso realmente não aconteça, é bom garantir oficialmente que está fazendo um negócio de confiança. No contrato de compra e venda, inclua a obrigatoriedade do vendedor em apresentar documentos que comprovem sua idoneidade. E se você preocupa-se com o passado do vendedor, precisa também ficar atento ao que pode estar envolvido no imóvel que via adquirir: exija a inclusão de comprovações de que o imóvel não corre o risco de ser arrolado em ações judiciais, como herança e penhora.

Imóvel no azul

Você está comprando o imóvel, não suas dívidas. Assim como precisa garantir que o bem que você está adquirindo está livre de ações judiciais, também é necessário assegurar que, junto com as chaves, não venham também as dívidas. No contrato, é preciso estar especificado que qualquer obrigação financeira vinculada ao imóvel firmada antes da venda, é de responsabilidade do vendedor.

Quando sair, quando entrar.

Se o imóvel estiver sendo utilizado, é preciso que haja acordo entre as partes. Nem sempre a data para entrada do novo proprietário é a melhor data para a saída do atual morador. Uma conversa pode definir o melhor momento para a desocupação do imóvel que seja oportuna para ambos. Mas é claro que, além de acordar verbalmente, é preciso incluir uma cláusula que determine essa data. Tudo relacionado ao processo de compra e venda precisa estar especificado no contrato.

Penalidades

A cláusula penal é a garantia de que se algo der errado você poderá tomar ações para sua defesa e ressarcimento. Aqui são definidas as obrigações de cada parte caso seja descumprido algum acordo firmado no contrato. Nesse item, é preciso determinar valores a serem pagos pelo descumprimento das cláusulas.

E no contrato de aluguel?

No caso de contrato de aluguel, algumas informações coincidem com os itens do contrato de compra e venda, mas outras são bem específicas desse tipo de transação. Conheça as principais:

  1. Nome, endereço e qualificação do proprietário do imóvel e locatário;
  2. Se houver fiadores, os dados relativos a eles também devem constar;
  3. Endereço e descrição do imóvel;
  4. Valor do aluguel e o índice do reajuste, que deverá ser anual;
  5. Local onde os pagamentos deverão ser realizados e forma de pagamento;
  6. Tipo de garantia da locação, que pode ser fiança, caução, seguro-fiança ou cessão fiduciária de quotas de fundo de investimento. (Incluído pela Lei nº 11.196, de 2005);
  7. Identificação de todas as despesas que ficarão a cargo do locatário, como IPTU, taxas e prêmios de seguro contra fogo;
  8. Destinação do imóvel, no caso de casas e apartamentos residenciais;
  9. Período de vigência do contrato;
  10. Termo de vistoria, que deve constar as condições do imóvel. A vistoria deve ser feita antes da entrada no imóvel e após a saída do locatário;
  11. Especificação de multas no caso de atraso de atraso no pagamento do aluguel, rescisão contratual antes do término do contrato por parte do locatário e por infração a qualquer das cláusulas do contrato.


Fonte:  Portal Busca Certa Imóveis
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Geração Y é mais da metade entre quem procura imóvel na internet

Geração Y é mais da metade entre quem procura imóvel na internet, aponta pesquisa do portal VivaReal


Estudo também apontou a localização do imóvel como fator unânime entre as gerações na hora de escolher o novo lar

Existem muitas diferenças entre as gerações, o que valorizam, como trabalham, como se relacionam e até mesmo como buscam uma nova casa. Pensando nisso, o VivaReal, portal de anúncios de imóveis líder no Brasil, realizou uma pesquisa com sua base de usuários para compreender como as gerações Y (18 a 35 anos), X (36 a 50 anos) e Baby Boomers (51 a 69 anos) se comportam na hora de buscar um novo imóvel na internet.

O levantamento foi feito com pessoas das três gerações que acessaram o portal para comprar ou alugar imóveis durante o último semestre e teve o objetivo de identificar quais são as principais motivações que os levam a encontrar um novo lar, assim como os fatores mais importantes que influenciam o processo de escolha.

A pesquisa mostrou que a Geração Y é a que mais busca imóveis online (55%). A maioria dos entrevistados desta geração está em busca do primeiro imóvel (50%), mas quando comparados às outras gerações, são os que mais procuram imóveis para aluguel (34%). Possuem preferência por imóveis de 2 quartos e são mais impacientes quanto ao tempo para escolher um novo lar, – 40% consideram 3 meses um tempo suficiente para escolher um imóvel - mas admitem não conhecer os processos de compra e aluguel.

Quando comparamos as gerações X e Baby Boomers, as diferenças diminuem. Representando 45% do público do portal, essas gerações se interessam majoritariamente por comprar um imóvel, tendo preferência por aqueles de 2 e 3 dormitórios. Buscam por imóveis maiores em bairros mais valorizados, além de serem mais informados sobre o processo de compra e aluguel. Eles tendem a ser mais pacientes e seletivos, considerando 6 meses um tempo adequado para tomar uma decisão em relação ao imóvel ideal.

Apesar das diferenças, alguns pontos são similares. Os Baby Boomers são os mais preocupados com a localização e bairro, no entanto essa ainda é uma preocupação de todas as gerações “Localização sempre foi um ponto de atenção quando falamos em busca de imóveis, mas a geração Y costuma ser mais flexível e abre mão de localização por outros motivos, seja ele financeiro ou pelos serviços oferecidos no condomínio”, explica Rodrigo Iannuzzi, vice-presidente de Produto do VivaReal.

Outro ponto também se destacou no estudo e foi unanimidade entre as gerações. Quando perguntados sobre a melhor forma para ter um retorno de imobiliárias e corretores, 87% dos entrevistados consideram o e-mail o melhor meio de comunicação. “A escolha do e-mail como meio de comunicação preferido dos entrevistados mostra que os consumidores estão cada vez mais conectados e que o mercado precisa se adaptar para atender melhor a esse público”, completa Iannuzzi.

Como
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Cuidados na hora de comprar um imóvel de lazer

Quem não gostaria de ter para onde fugir depois de uma semana estressante no trabalho? Nessas horas, contar com um imóvel de lazer no campo ou na praia é uma mão na roda. Não precisa fazer reservas com meses de antecedência em pousadas e não há custos com reservas, basta colocar as malas dentro do carro e curtir um fim de semana na sua segunda casa. Com esse imóvel para lazer, as suas férias já têm destino certo.

Como estamos no verão, vamos começar falando das casas de praia. Para se ter uma ideia, mais de 2,5 milhões de pessoas se dirigiram ao litoral paulista na temporada 2013/2014, conforme os dados da Operação Verão. Imagine ter que disputar imóveis de locação temporária ou quartos de hotéis e pousadas com toda essa gente? Por isso, nada melhor do que já contar com o seu próprio espaço.

E o mercado imobiliário no litoral paulista está propício para bons investimentos. O estudo do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP) de junho de 2014 mostra que o metro quadrado na Baixada Santista (Guarujá, Praia Grande, Santos e São Vicente) tem se valorizado em todos os tipos de imóveis. Por exemplo, o valor médio do metro quadrado dos apartamentos de três dormitórios chegou a 5,8 mil reais, crescimento de 8,8% em relação a 2013. As cidades turísticas Guarujá e Praia Grande lançaram, juntas, 8.768 unidades nos últimos três anos.

Entre tantas vantagens, adquirir um imóvel de lazer exige uma série de cuidados. Confira quais são eles para que o seu investimento não vire um tiro no pé:

Alugue antes de comprar - Nada melhor do que conhecer o que vai ser adquirido. Aqui, compensa bastante alugar o imóvel do seu interesse na temporada antes de comprar de uma vez.  Só assim é possível observar detalhes importantes que uma simples visita não é capaz de fazer.

Aproveite, também, para prestar atenção na qualidade das vias de acesso. Afinal de contas, você pretende curtir vários finais de semana e feriados por lá, não? Portanto, a localização é um dos pré-requisitos para comprar um bom imóvel de lazer. O ideal é procurar imóveis que se possam chegar por boas estradas em uma viagem rápida. Assim, dá para curtir a casa por mais tempo e o investimento terá valido a pena.

Cuidados técnicos do imóvel - Cada imóvel de lazer merece atenções extras. Na praia, os imóveis sofrem com a proximidade com o mar. Com isso, ferragens, portões e canos podem ser corroídos com o tempo. Por isso, verifique a qualidade da construção, se, por exemplo, os encanamentos são de PVC ou de cobre. Nas casas com piscina, confira o rejunte dos azulejos. Eles costumam soltar com o passar do tempo.

Já nos imóveis de campo, os cuidados se voltam para a insolação. Aqui, é importante que a temperatura da casa seja sempre maior que a da rua. Nesse sentido, forros térmicos ajudam para que o frio seja menos impactante.

Cuidados com a documentação - Os documentos do imóvel também exigem atenção redobrada. A legislação de cada cidade muda e, como muitas vezes o proprietário não mora no local, só vai em finais de semana e feriados, ele acaba não atualizando a papelada. Nessas horas, a melhor coisa a se fazer é contar com uma imobiliária idônea e profissionais capacitados que possam dar uma assistência jurídica.

Caseiro - A figura do caseiro em casas de temporada já foi mais essencial. Hoje em dia, muitas pessoas preferem contratar prestadores de serviço pontuais, como jardineiros. Agora, se você considera fundamental ter alguém cuidando da sua casa de lazer no dia a dia, contrate um caseiro com referências confiáveis. E é importante saber que esses profissionais têm os mesmos direitos das empregadas domésticas.

De olho na conta bancária - Como você pode ver, imóveis de lazer não são nada baratos. Portanto, antes de concretizar a compra de um, analise com bastante critério a sua situação financeira e a sua segurança no emprego. Pese os custos com o seu descanso e boa sorte!

Fonte: O estado Ce
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Brasileiro não abre mão de espaço para pets na hora de escolher um novo lar

Possibilidade de ter animais de estimação é segundo item mais importante na busca de imóveis, aponta pesquisa

O Brasil é o quarto país do mundo em população de animais de estimação e o segundo maior mercado atrás apenas dos Estados Unidos. Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), é possível dizer que existe praticamente um pet para cada dois brasileiros. Os amantes de animais consideram cada vez mais importante ter bichinhos de estimação em seu lar, influenciando o processo de escolha de um novo local para morar.

A fim de entender o comportamento desse público na hora de buscar um imóvel e identificar quais são as principais motivações que os levam a encontrar um novo lar, assim como os fatores mais importantes que influenciam o processo de escolha, o VivaReal - portal de anúncios de imóveis líder no Brasil, realizou uma pesquisa com sua base de usuários formada por pessoas que acessaram o portal para comprar ou alugar imóveis durante o último semestre.

Atentas a essa tendência, algumas incorporadoras contemplam em seus novos projetos áreas de recreação especialmente desenvolvidas para os animais, como o Pet Place. Este local é destinado ao condômino para que utilize junto com seu animal de estimação e possui instrumentos que permitem que os pets brinquem e façam atividades físicas. Um exemplo de como o mercado está se adaptando é o empreendimento Lumina, da Rossi, que possui um Pet Place em uma área permeável.

Mais espaço para os bichinhos - A pesquisa mostrou que 48% dos entrevistados definiram como importante a possibilidade de ter animais de estimação em seu novo imóvel. Para ter um animal de estimação é preciso espaço por isso, 74% dos participantes afirmam preferir casa, mas 46% deles também consideram morar em apartamento. Outro ponto que sugere a escolha por mais espaço é o favoritismo por imóveis com mais de um dormitório – 67% buscam um novo lar com 2 dormitórios.

Outros quesitos bem valorizados pelos respondentes foram segurança 24h (59%) e ter mais de 1 vaga de garagem (47%). O levantamento ainda delineou o perfil deste consumidor e mostrou que 65% daqueles que se preocupam com possibilidade de morar com um pet são mulheres. O levantamento também apontou que 31% dos entrevistados estão na faixa de 25 e 34 anos, 47% tem renda mensal média entre R$ 1001,00 e R$ 3000,00 e são comprometidos, 48% vivem com parceiro.

 (*) Fonte: Serasa Experian Hitwise / (**) Fonte: Google Analytics
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Preço do m² cresce em três das 33 cidades analisadas pelo DMI-VivaReal

Índice DMI-VivaReal aponta valorização real no preço do m² em apenas três das 33 cidades analisadas no 1° trimestre de 2015

Brasília teve maior aumento no valor do imóvel para venda, em aluguel as principais altas foram na Região Sul


O VivaReal, portal de anúncios de imóveis líder no Brasil, apresenta o DMI-VivaReal, com análises referentes a indicadores do setor imobiliário no 1º trimestre de 2015. Neste trimestre, a amostra contemplou 33 cidades em diferentes regiões do País. Entre os mercados analisados, apenas Brasília (+10,4%), Balneário Camboriú (+ 4,4%) e Goiânia (+3,8%) apresentaram valorização real para venda no período - acima do IPCA acumulado para o primeiro trimestre de 2015 (3,50%).

O DMI (Dados do Mercado Imobiliário) é o levantamento realizado pelo portal com sua base de mais de 3 milhões de classificados. O índice também teve como destaques em valorização do preço mediano de venda Florianópolis (+3,2%), Vitória (+ 2,7%) e Salvador (+2,6%). Em relação à desvalorização, seis cidades tiveram queda nominal no valor médio do metro quadrado do imóvel: Joinville (-5,2%), Porto Alegre (- 1,5%), Belo Horizonte (-0,4%), Londrina (- 0,3%), Fortaleza (-0,2%) e Barueri (-0,2%).

Mesmo com a desaceleração da economia e com o impacto já percebido no mercado imobiliário neste primeiro trimestre de 2015, Lucas Vargas, vice-presidente Comercial do VivaReal, defende que o consumidor não deve esperar por uma queda brusca nos preços para comprar seu imóvel. “Apesar de ter ocorrido queda real no valor mediano do metro quadrado em algumas cidades, não vemos variações que justifiquem que os valores dos imóveis venham a ter uma grande redução nos próximos meses", afirma Vargas.

No período analisado, Brasília (R$ 8.400,00/m²), Rio de Janeiro (R$ 7.394,03/m²) e Balneário Camboriú (R$ 6.875,00/m²) apresentaram os preços medianos do m² mais caros. Os mais baratos foram em cidades do interior, como Novo Hamburgo (R$ 2.833,33/m²), São Leopoldo (R$ 3.012,42/m²) e Sorocaba (R$ 3.103,44/m²).

Aluguel: Região Sul é destaque para valorização do m²

No primeiro trimestre do ano, a Região Sul teve três das cinco cidades com maior valorização no preço mediano do m² para aluguel. Em primeiro lugar ficou Balneário Camboriú, com +27,7% de valorização – a cidade também ficou entre as cinco mais valorizadas para venda. Em seguida podemos apontar Londrina (+8,6%) e Canoas (+4,9%). Além disso, se destacaram Jundiaí (+ 3,8%) e Guarulhos (+3,7%) entre as mais valorizadas. O cenário de aluguel se mostrou mais positivo que o de venda, uma vez que 13 entre as 33 cidades estudadas apresentaram crescimento acima do IGP-M acumulado (1,04%).

As principais desvalorizações ocorreram em Natal - com queda de -4,5%, seguida por João Pessoa (-4,4%), Rio de Janeiro (-2,8%), Vitória (-1,75%) e Barueri (-1,33%). As cinco cidades com o m² mais caro para aluguel são: Rio de Janeiro (R$ 42,86/m²), São Paulo (R$ 36,76/m²), Brasília (R$ 33,19/m²), Barueri (R$ 31,01/m²) e Santos (R$ 29,85/m²).

Sobre o DMI

O DMI- VivaReal (Dados do Mercado Imobiliário) é um estudo realizado pelo portal VivaReal desde 2013. O objetivo do levantamento é disponibilizar informações de preço, oferta e demanda de imóveis para consumidores e profissionais do setor, tornando mais transparente o processo de aquisição/locação de um imóvel e aumentando a eficiência do mercado imobiliário.

A metodologia considera apenas zonas e bairros cujo inventário de imóveis é significativamente relevante. Como referência para todos os dados de preço, utilizamos valores medianos dos imóveis usados ofertados no site e nos aplicativos móveis do VivaReal.

Para realizar simulações ou baixar o relatório completo, acesse www.vivareal.com.br/dmi.
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Faça a vistoria no seu imóvel novo antes de receber as chaves

Chegou o tão sonhado (e suado) dia! Você vai receber sua casa ou apartamento e a construtora te chamou pra fazer a vistoria. Prepare-se! Mais do que a emoção de ver a sua casa nova, você deve estar atento pra possíveis problemas.

Pode ser que o que está sendo entregue seja diferente do que está no contrato. E pode ser também que existam alguns probleminhas de construção. Fique de olho!

Você pode contratar um engenheiro ou arquiteto para te acompanhar na vistoria e fazer todos os testes necessários. Mas também dá para fazer sozinho. Veja o que é que você pode fazer:

Faça seu kit de vistoria

Monte um kit que vai te ajudar a verificar se tudo está em ordem. Você vai precisar de: adesivos, balde ou mangueira, luminária e lâmpada, papel e caneta. Leve também uma cópia do ‘memorial descritivo’ que descreve os itens que seriam entregues (tipo de piso no banheiro, torneiras de metal, vaso sanitário branco, etc) e as marcas dos materiais que seriam usados. Organize também um check list para não esquecer o que tem que ver na hora. Se alguma coisa não estiver funcionando, cole uma etiqueta e anote na sua lista.

Observar, checar, testar

1. Tomadas e pontos de elétrica: veja se todos os pontos de energia que estavam no projeto foram instalados. Se a energia já estiver ligada, teste todas as tomadas com a luminária que você levou. E se os soquetes já tiverem instalados, teste também as lâmpadas.

2. Teste os interfones.

3. Abra o quadro de luz e veja os disjuntores. Eles devem estar identificados

4. Torneiras, sifões e louças: abra todas as torneiras e veja se a água está escoando bem. Com a torneira aberta, olhe embaixo da bancada: veja se não há vazamento no sifão nem nos flexíveis (que levam água para as torneiras) . Verifique se as louças e metais estão em bom estado, sem lascas e riscos, e se são das marcas que estão no memorial descritivo.

5. Pia da cozinha: Jogue água na cuba e veja se ela está entupida ou se escoa bem. Veja também se a bancada da pia foi instalada bem na horizontal ou se está torta e acumula água em algum canto.

6. Caimentos dos pisos para os ralos: Com o balde ou mangueira jogue água e observe se ela está indo em direção ao ralo. Jogue água direto no ralo e veja se ele está entupido.

7. Vasos sanitários: Acione a descarga veja se tudo funciona bem e se há algum vazamento.

8. Pisos e azulejos : Confira se os pisos e azulejos estão bem colocados, se não há peças trincadas e se o rejunte está bem feito. Use adesivos para marcar peças com defeito. Observe se há peças ocas: dê também uma batidinha de leve na parede e caminhe sobre o piso com atenção.

9. Portas e janelas : abra cada uma das portas e veja se ela não enrosca no piso. Abra todas as janelas. Feche completamente para ver se as maçanetas e trincos estão funcionando bem. Teste as chaves. Veja também se não há nenhum ponto de ferrugem ou tinta descascando e se não há tinta grudada nos vidro ou se eles não estão riscados ou manchados.

10. Pintura, textura e gesso : Veja se a pintura está bem feita, se a parede está lisa, se não há manchas, nem tinta escorrendo e se não há nenhuma rachadura.

Normalmente um arquiteto ou engenheiro da construtora acompanha a vistoria. Não se intimide. Só assine o termo de vistoria se estiver tudo em ordem. Se houver algum problema, peça para que cada um deles (que você foi marcando na sua lista) seja anotado no termo. Aproveite para tirar todas as suas dúvidas com ele.

Você pode e deve solicitar os reparos antes da entrega das chaves. A construtora vai realizar os consertos – os simples na hora e os mais complicados em até um mês – e te chamar para nova avaliação. As chaves de sua casa nova só vem depois de ‘aceitar’ o imóvel e assinar um termo de que não há mais nenhum pepino aparente.

E se depois que você já estiver morando lá aparecerem outras falhas graves, que não estavam aparentes no momento da vistoria (como problemas estruturais), reclame formalmente e solicite a solução. Fique esperto!


Fonte: 100pepinos
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Segurança 24h é o serviço mais valorizado pelos solteiros na hora de escolher um imóvel

Possibilidade de ter animal de estimação e vaga de garagem também aparecem como destaques, aponta pesquisa do VivaReal

O percentual da população que se declara solteira está crescendo no Brasil. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2013, apontava 49,2% de solteiros declarados, um crescimento de 3,6% em relação a 2012. Hoje, essa população representa mais de 77 milhões de brasileiros e tem despertado interesse de diversos setores como um novo perfil de consumidor, inclusive no mercado imobiliário.  

Pensando em entender o comportamento desse público na hora de buscar um imóvel, o VivaReal - portal de anúncios de imóveis líder no Brasil, realizou uma pesquisa com sua base de usuários. O levantamento foi feito com pessoas que acessaram o portal para comprar ou alugar imóveis durante o último semestre e teve o objetivo de identificar quais são as principais motivações que os levam a encontrar um novo lar, assim como os fatores mais importantes que influenciam o processo de escolha.

A pesquisa mostrou que o preço ainda é o fator mais importante para quem quer comprar ou alugar (88%), no entanto, a localização é determinante para fechar o negócio. Para 77% dos respondentes a localização do bairro, seguida pela proximidade ao transporte público (68%) são considerados altamente relevantes na hora de escolher um imóvel. A metragem foi o terceiro item mais avaliado por aqueles que pretendem comprar, já para quem vai alugar, a proximidade ao trabalho ou instituição de ensino são mais importantes do que o tamanho do imóvel.

Quando falamos de serviços importantes que o imóvel deve oferecer, em primeiro lugar aparece “Segurança 24h”, relevante para 75% dos entrevistados, seguida por “Possibilidade de ter animais de estimação” com 48%. Serviços Pay Per Use, oferecidos em empreendimentos lançados nos últimos anos para esse público, também apareceram na pesquisa com maior peso para quem mora sozinho, como Faxina (18%) e Serviço de Lavanderia (7%).


“Os serviços pay per use e de lazer têm sido diferenciais dos novos empreendimentos de um quarto ou kitnets lançados recentemente. A importância destes serviços tem aumentado. O serviço de faxina, por exemplo, já é visto com uma importância similar ao da presença de academia e piscina, itens comuns nos empreendimentos há mais tempo.”, completa Rodrigo Iannuzzi, Vice Presidente de Marketing do portal VivaReal.

Entre as razões que incentivam a mudança, o mais importante para quem deseja comprar uma casa ou apartamento é ter sua residência própria.  Já para quem quer alugar, estar mais próximo do trabalho ou da instituição de ensino são motivações importantes. Além disso, 31% dos entrevistados que se declararam comprometidos também sinalizaram o casamento como fator importante para a mudança.

Preferência por 2 dormitórios lidera o ranking das preferências para compra

Quem quer alugar uma imóvel busca, preferencialmente, imóveis de 1 ou 2 dormitórios; já para compra, os solteiros procuram imóveis maiores, de 2 e 3 quartos. Em relação ao tipo do imóvel, a maior procura é por apartamentos (70%), mas vale destacar o interesse também por Kitnets: 15% dos entrevistados solteiros, enquanto apenas 3% dos casados morariam em kitnets.

“As diferenças apresentadas em relação à compra e aluguel demonstram que quem quer comprar faz um planejamento a longo prazo, o que pode indicar pretensão de casar ou ter filhos. Já a preferência por alugar está mais conectada com a realidade atual de vida das pessoas, então há procura maior por imóveis pequenos”, explica Rodrigo Iannuzzi, Vice-presidente de Marketing do VivaReal.


Sobre o VivaReal

O VivaReal é um portal imobiliário que conecta o consumidor ao imóvel ideal por meio de mais de 2,5 milhões de anúncios para compra e locação. O portal é líder absoluto em seu segmento de atuação* e recebe mais de 8** milhões de visitas por mês em seu site e seus aplicativos móveis. O VivaReal tem imóveis de corretores, imobiliárias e incorporadoras anunciados em mais de 1 mil cidades brasileiras. 

 (*) Fonte: Serasa Experian Hitwise / (**) Fonte: Google Analytics
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Saiba como calcular o reajuste de aluguel

Tanto imóveis residenciais quanto comerciais sofrem reajuste no valor do aluguel uma vez por ano. Avisar com antecedência e explicar como funciona o reajuste no valor são procedimentos que todo corretor competente faz. Para isso, é preciso conhecer a Lei do Inquilinato (Lei 8.245/91) na ponta da língua e ter um relacionamento duradouro com os clientes.

O reajuste sempre é calculado com base em um índice previamente mencionado no contrato. Normalmente, é usado o Índice Geral de Preços ao Mercado (IGP-M), da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Para se chegar ao resultado do indicador, é avaliado o desempenho geral da economia, medindo a inflação de bens de consumo e de produção. Pegando de janeiro a dezembro, o IGP-M de 2013 fechou com uma alta acumulada de 5,53%.

Por isso, é tão importante passar essa informação antes das duas partes assinarem o contrato de locação. Fazendo isso, o corretor cumpre o seu papel e evita pegar o inquilino de surpresa. Nesse sentido, é legal lembrar, já com alguns dados, o locatário sobre o reajuste alguns meses antes. Dessa forma, ele consegue se programar financeiramente.

Há outra informação que o corretor não pode deixar passar. Após três anos de contrato, inquilinos e proprietários têm o direito de revisar o aluguel. Nesse caso, o dono do imóvel só exige a revisão se ele considerar o valor muito abaixo da média do mercado. Por sua vez, o locatário faz o mesmo se entender que o aluguel está muito abusivo.

Aqui, o corretor, mais uma vez, tem um papel importante. Ele deve orientar os dois envolvidos antes da revisão. Por exemplo, quando o inquilino cumpre todas as suas obrigações, como pagar em dia e manter o imóvel em bom estado, vale mais a pena para o proprietário renovar o contrato sem revisar o valor do aluguel. Assim, além de não perder um inquilino responsável, ele não precisa começar todo processo de locação do zero, tendo que tirar do próprio bolso algumas despesas.

Pensando na visão do inquilino, às vezes, aceitar a renovação do contrato pode ser mais vantajoso também. Em caso de um imóvel comercial bem adaptado à região, uma mudança de endereço poderia trazer prejuízo para a empresa. A mesma lógica vale para a residência. Não é bom ficar trocando de bairro toda hora, ainda mais se levar em consideração a vida escolar do filho e a proximidade com o trabalho, por exemplo.

Fonte: O estado ce
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