Preço do m² cresce em três das 33 cidades analisadas pelo DMI-VivaReal

Índice DMI-VivaReal aponta valorização real no preço do m² em apenas três das 33 cidades analisadas no 1° trimestre de 2015

Brasília teve maior aumento no valor do imóvel para venda, em aluguel as principais altas foram na Região Sul


O VivaReal, portal de anúncios de imóveis líder no Brasil, apresenta o DMI-VivaReal, com análises referentes a indicadores do setor imobiliário no 1º trimestre de 2015. Neste trimestre, a amostra contemplou 33 cidades em diferentes regiões do País. Entre os mercados analisados, apenas Brasília (+10,4%), Balneário Camboriú (+ 4,4%) e Goiânia (+3,8%) apresentaram valorização real para venda no período - acima do IPCA acumulado para o primeiro trimestre de 2015 (3,50%).

O DMI (Dados do Mercado Imobiliário) é o levantamento realizado pelo portal com sua base de mais de 3 milhões de classificados. O índice também teve como destaques em valorização do preço mediano de venda Florianópolis (+3,2%), Vitória (+ 2,7%) e Salvador (+2,6%). Em relação à desvalorização, seis cidades tiveram queda nominal no valor médio do metro quadrado do imóvel: Joinville (-5,2%), Porto Alegre (- 1,5%), Belo Horizonte (-0,4%), Londrina (- 0,3%), Fortaleza (-0,2%) e Barueri (-0,2%).

Mesmo com a desaceleração da economia e com o impacto já percebido no mercado imobiliário neste primeiro trimestre de 2015, Lucas Vargas, vice-presidente Comercial do VivaReal, defende que o consumidor não deve esperar por uma queda brusca nos preços para comprar seu imóvel. “Apesar de ter ocorrido queda real no valor mediano do metro quadrado em algumas cidades, não vemos variações que justifiquem que os valores dos imóveis venham a ter uma grande redução nos próximos meses", afirma Vargas.

No período analisado, Brasília (R$ 8.400,00/m²), Rio de Janeiro (R$ 7.394,03/m²) e Balneário Camboriú (R$ 6.875,00/m²) apresentaram os preços medianos do m² mais caros. Os mais baratos foram em cidades do interior, como Novo Hamburgo (R$ 2.833,33/m²), São Leopoldo (R$ 3.012,42/m²) e Sorocaba (R$ 3.103,44/m²).

Aluguel: Região Sul é destaque para valorização do m²

No primeiro trimestre do ano, a Região Sul teve três das cinco cidades com maior valorização no preço mediano do m² para aluguel. Em primeiro lugar ficou Balneário Camboriú, com +27,7% de valorização – a cidade também ficou entre as cinco mais valorizadas para venda. Em seguida podemos apontar Londrina (+8,6%) e Canoas (+4,9%). Além disso, se destacaram Jundiaí (+ 3,8%) e Guarulhos (+3,7%) entre as mais valorizadas. O cenário de aluguel se mostrou mais positivo que o de venda, uma vez que 13 entre as 33 cidades estudadas apresentaram crescimento acima do IGP-M acumulado (1,04%).

As principais desvalorizações ocorreram em Natal - com queda de -4,5%, seguida por João Pessoa (-4,4%), Rio de Janeiro (-2,8%), Vitória (-1,75%) e Barueri (-1,33%). As cinco cidades com o m² mais caro para aluguel são: Rio de Janeiro (R$ 42,86/m²), São Paulo (R$ 36,76/m²), Brasília (R$ 33,19/m²), Barueri (R$ 31,01/m²) e Santos (R$ 29,85/m²).

Sobre o DMI

O DMI- VivaReal (Dados do Mercado Imobiliário) é um estudo realizado pelo portal VivaReal desde 2013. O objetivo do levantamento é disponibilizar informações de preço, oferta e demanda de imóveis para consumidores e profissionais do setor, tornando mais transparente o processo de aquisição/locação de um imóvel e aumentando a eficiência do mercado imobiliário.

A metodologia considera apenas zonas e bairros cujo inventário de imóveis é significativamente relevante. Como referência para todos os dados de preço, utilizamos valores medianos dos imóveis usados ofertados no site e nos aplicativos móveis do VivaReal.

Para realizar simulações ou baixar o relatório completo, acesse www.vivareal.com.br/dmi.
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Faça a vistoria no seu imóvel novo antes de receber as chaves

Chegou o tão sonhado (e suado) dia! Você vai receber sua casa ou apartamento e a construtora te chamou pra fazer a vistoria. Prepare-se! Mais do que a emoção de ver a sua casa nova, você deve estar atento pra possíveis problemas.

Pode ser que o que está sendo entregue seja diferente do que está no contrato. E pode ser também que existam alguns probleminhas de construção. Fique de olho!

Você pode contratar um engenheiro ou arquiteto para te acompanhar na vistoria e fazer todos os testes necessários. Mas também dá para fazer sozinho. Veja o que é que você pode fazer:

Faça seu kit de vistoria

Monte um kit que vai te ajudar a verificar se tudo está em ordem. Você vai precisar de: adesivos, balde ou mangueira, luminária e lâmpada, papel e caneta. Leve também uma cópia do ‘memorial descritivo’ que descreve os itens que seriam entregues (tipo de piso no banheiro, torneiras de metal, vaso sanitário branco, etc) e as marcas dos materiais que seriam usados. Organize também um check list para não esquecer o que tem que ver na hora. Se alguma coisa não estiver funcionando, cole uma etiqueta e anote na sua lista.

Observar, checar, testar

1. Tomadas e pontos de elétrica: veja se todos os pontos de energia que estavam no projeto foram instalados. Se a energia já estiver ligada, teste todas as tomadas com a luminária que você levou. E se os soquetes já tiverem instalados, teste também as lâmpadas.

2. Teste os interfones.

3. Abra o quadro de luz e veja os disjuntores. Eles devem estar identificados

4. Torneiras, sifões e louças: abra todas as torneiras e veja se a água está escoando bem. Com a torneira aberta, olhe embaixo da bancada: veja se não há vazamento no sifão nem nos flexíveis (que levam água para as torneiras) . Verifique se as louças e metais estão em bom estado, sem lascas e riscos, e se são das marcas que estão no memorial descritivo.

5. Pia da cozinha: Jogue água na cuba e veja se ela está entupida ou se escoa bem. Veja também se a bancada da pia foi instalada bem na horizontal ou se está torta e acumula água em algum canto.

6. Caimentos dos pisos para os ralos: Com o balde ou mangueira jogue água e observe se ela está indo em direção ao ralo. Jogue água direto no ralo e veja se ele está entupido.

7. Vasos sanitários: Acione a descarga veja se tudo funciona bem e se há algum vazamento.

8. Pisos e azulejos : Confira se os pisos e azulejos estão bem colocados, se não há peças trincadas e se o rejunte está bem feito. Use adesivos para marcar peças com defeito. Observe se há peças ocas: dê também uma batidinha de leve na parede e caminhe sobre o piso com atenção.

9. Portas e janelas : abra cada uma das portas e veja se ela não enrosca no piso. Abra todas as janelas. Feche completamente para ver se as maçanetas e trincos estão funcionando bem. Teste as chaves. Veja também se não há nenhum ponto de ferrugem ou tinta descascando e se não há tinta grudada nos vidro ou se eles não estão riscados ou manchados.

10. Pintura, textura e gesso : Veja se a pintura está bem feita, se a parede está lisa, se não há manchas, nem tinta escorrendo e se não há nenhuma rachadura.

Normalmente um arquiteto ou engenheiro da construtora acompanha a vistoria. Não se intimide. Só assine o termo de vistoria se estiver tudo em ordem. Se houver algum problema, peça para que cada um deles (que você foi marcando na sua lista) seja anotado no termo. Aproveite para tirar todas as suas dúvidas com ele.

Você pode e deve solicitar os reparos antes da entrega das chaves. A construtora vai realizar os consertos – os simples na hora e os mais complicados em até um mês – e te chamar para nova avaliação. As chaves de sua casa nova só vem depois de ‘aceitar’ o imóvel e assinar um termo de que não há mais nenhum pepino aparente.

E se depois que você já estiver morando lá aparecerem outras falhas graves, que não estavam aparentes no momento da vistoria (como problemas estruturais), reclame formalmente e solicite a solução. Fique esperto!


Fonte: 100pepinos
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Segurança 24h é o serviço mais valorizado pelos solteiros na hora de escolher um imóvel

Possibilidade de ter animal de estimação e vaga de garagem também aparecem como destaques, aponta pesquisa do VivaReal

O percentual da população que se declara solteira está crescendo no Brasil. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2013, apontava 49,2% de solteiros declarados, um crescimento de 3,6% em relação a 2012. Hoje, essa população representa mais de 77 milhões de brasileiros e tem despertado interesse de diversos setores como um novo perfil de consumidor, inclusive no mercado imobiliário.  

Pensando em entender o comportamento desse público na hora de buscar um imóvel, o VivaReal - portal de anúncios de imóveis líder no Brasil, realizou uma pesquisa com sua base de usuários. O levantamento foi feito com pessoas que acessaram o portal para comprar ou alugar imóveis durante o último semestre e teve o objetivo de identificar quais são as principais motivações que os levam a encontrar um novo lar, assim como os fatores mais importantes que influenciam o processo de escolha.

A pesquisa mostrou que o preço ainda é o fator mais importante para quem quer comprar ou alugar (88%), no entanto, a localização é determinante para fechar o negócio. Para 77% dos respondentes a localização do bairro, seguida pela proximidade ao transporte público (68%) são considerados altamente relevantes na hora de escolher um imóvel. A metragem foi o terceiro item mais avaliado por aqueles que pretendem comprar, já para quem vai alugar, a proximidade ao trabalho ou instituição de ensino são mais importantes do que o tamanho do imóvel.

Quando falamos de serviços importantes que o imóvel deve oferecer, em primeiro lugar aparece “Segurança 24h”, relevante para 75% dos entrevistados, seguida por “Possibilidade de ter animais de estimação” com 48%. Serviços Pay Per Use, oferecidos em empreendimentos lançados nos últimos anos para esse público, também apareceram na pesquisa com maior peso para quem mora sozinho, como Faxina (18%) e Serviço de Lavanderia (7%).


“Os serviços pay per use e de lazer têm sido diferenciais dos novos empreendimentos de um quarto ou kitnets lançados recentemente. A importância destes serviços tem aumentado. O serviço de faxina, por exemplo, já é visto com uma importância similar ao da presença de academia e piscina, itens comuns nos empreendimentos há mais tempo.”, completa Rodrigo Iannuzzi, Vice Presidente de Marketing do portal VivaReal.

Entre as razões que incentivam a mudança, o mais importante para quem deseja comprar uma casa ou apartamento é ter sua residência própria.  Já para quem quer alugar, estar mais próximo do trabalho ou da instituição de ensino são motivações importantes. Além disso, 31% dos entrevistados que se declararam comprometidos também sinalizaram o casamento como fator importante para a mudança.

Preferência por 2 dormitórios lidera o ranking das preferências para compra

Quem quer alugar uma imóvel busca, preferencialmente, imóveis de 1 ou 2 dormitórios; já para compra, os solteiros procuram imóveis maiores, de 2 e 3 quartos. Em relação ao tipo do imóvel, a maior procura é por apartamentos (70%), mas vale destacar o interesse também por Kitnets: 15% dos entrevistados solteiros, enquanto apenas 3% dos casados morariam em kitnets.

“As diferenças apresentadas em relação à compra e aluguel demonstram que quem quer comprar faz um planejamento a longo prazo, o que pode indicar pretensão de casar ou ter filhos. Já a preferência por alugar está mais conectada com a realidade atual de vida das pessoas, então há procura maior por imóveis pequenos”, explica Rodrigo Iannuzzi, Vice-presidente de Marketing do VivaReal.


Sobre o VivaReal

O VivaReal é um portal imobiliário que conecta o consumidor ao imóvel ideal por meio de mais de 2,5 milhões de anúncios para compra e locação. O portal é líder absoluto em seu segmento de atuação* e recebe mais de 8** milhões de visitas por mês em seu site e seus aplicativos móveis. O VivaReal tem imóveis de corretores, imobiliárias e incorporadoras anunciados em mais de 1 mil cidades brasileiras. 

 (*) Fonte: Serasa Experian Hitwise / (**) Fonte: Google Analytics
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Saiba como calcular o reajuste de aluguel

Tanto imóveis residenciais quanto comerciais sofrem reajuste no valor do aluguel uma vez por ano. Avisar com antecedência e explicar como funciona o reajuste no valor são procedimentos que todo corretor competente faz. Para isso, é preciso conhecer a Lei do Inquilinato (Lei 8.245/91) na ponta da língua e ter um relacionamento duradouro com os clientes.

O reajuste sempre é calculado com base em um índice previamente mencionado no contrato. Normalmente, é usado o Índice Geral de Preços ao Mercado (IGP-M), da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Para se chegar ao resultado do indicador, é avaliado o desempenho geral da economia, medindo a inflação de bens de consumo e de produção. Pegando de janeiro a dezembro, o IGP-M de 2013 fechou com uma alta acumulada de 5,53%.

Por isso, é tão importante passar essa informação antes das duas partes assinarem o contrato de locação. Fazendo isso, o corretor cumpre o seu papel e evita pegar o inquilino de surpresa. Nesse sentido, é legal lembrar, já com alguns dados, o locatário sobre o reajuste alguns meses antes. Dessa forma, ele consegue se programar financeiramente.

Há outra informação que o corretor não pode deixar passar. Após três anos de contrato, inquilinos e proprietários têm o direito de revisar o aluguel. Nesse caso, o dono do imóvel só exige a revisão se ele considerar o valor muito abaixo da média do mercado. Por sua vez, o locatário faz o mesmo se entender que o aluguel está muito abusivo.

Aqui, o corretor, mais uma vez, tem um papel importante. Ele deve orientar os dois envolvidos antes da revisão. Por exemplo, quando o inquilino cumpre todas as suas obrigações, como pagar em dia e manter o imóvel em bom estado, vale mais a pena para o proprietário renovar o contrato sem revisar o valor do aluguel. Assim, além de não perder um inquilino responsável, ele não precisa começar todo processo de locação do zero, tendo que tirar do próprio bolso algumas despesas.

Pensando na visão do inquilino, às vezes, aceitar a renovação do contrato pode ser mais vantajoso também. Em caso de um imóvel comercial bem adaptado à região, uma mudança de endereço poderia trazer prejuízo para a empresa. A mesma lógica vale para a residência. Não é bom ficar trocando de bairro toda hora, ainda mais se levar em consideração a vida escolar do filho e a proximidade com o trabalho, por exemplo.

Fonte: O estado ce
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Aplicativo VivaReal é selecionado pelo Google como melhor para busca de imóveis

A cada final de ano, o Google seleciona os melhores aplicativos para Android. A lista referente a 2014 foi divulgada no início do mês e traz o VivaReal como único aplicativo do mercado imobiliário entre os selecionados. 

O programa, que disponibiliza aos usuários mais de 2,5 milhões de ofertas para compra e aluguel, entrou para a lista por motivos como atender uma importante necessidade dos usuários e por ter uma equipe desenvolvedora de alto nível, focada em promover a melhor experiência de utilização.

“Hoje 26% dos acessos do VivaReal acontecem via site mobile, temos a previsão de que em 2015 esse número chegue a 45%. Vemos um crescimento da preocupação do mercado imobiliário em se adaptar ao perfil dos seus usuários e estar presente também nos dispositivos móveis, como smartphones e tablets.”, explica Arian Razzaghi, Gerente de Produto Mobile do VivaReal.


App para Android desenvolvido pelo portal está entre os melhores de 2014
A fim de garantir que o produto atenda de fato a necessidade dos usuários, a equipe do VivaReal realiza uma série de testes internos, monitora avaliações e comentários na Play Store e busca feedbacks constantes das pessoas que utilizam seu aplicativo.

“Nos preocupamos em entender o que é importante para quem busca um novo imóvel e, a partir disso, oferecemos essas soluções em nosso produto. Sabemos que para continuar entre os melhores aplicativos precisamos continuar focando em nosso usuário e em sempre melhorar e crescer”, finaliza Arian.

O aplicativo do VivaReal está disponível na Play Store, com recursos como busca de imóveis, organização de pesquisa e armazenamento de imóveis de interesse.
Sobre o VivaReal

O VivaReal é um portal imobiliário que conecta o consumidor ao imóvel ideal por meio de mais de 2,5 milhões de anúncios para compra e locação. O portal é líder absoluto em seu segmento de atuação* e recebe mais de 8** milhões de visitas todos os meses em seu site web e mobile. O VivaReal tem imóveis de corretores, imobiliárias e incorporadoras anunciados em mais de 1 mil cidades brasileiras.

 (*) Fonte: Serasa Experian Hitwise / (**) Fonte: Google Analytics
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DMI-VivaReal aponta Vitória e Curitiba como capitais com maior alta no valor do m² para compra de imóvel

Atualização do relatório referente ao terceiro trimestre do ano indica também aumento dos preços em cidades próximas a grandes capitais

São Paulo, novembro de 2014 – Entre as 35 cidades analisadas pelo DMI-VivaReal, Vitória (+8,3%) e Curitiba (+7,2%) tiveram a maior valorização no preço do metro quadrado para compra no terceiro trimestre de 2014 – julho a setembro. No mesmo ranking, os 3° e 4° lugares ficaram com Guarulhos (+6,2%) e Niterói (+5,3%), cidades da região metropolitana de São Paulo e do Rio de Janeiro, respectivamente.

O DMI (Dados do Mercado Imobiliário) é o levantamento realizado pelo portal de imóveis VivaReal com sua base de mais de 2,5 milhões de classificados. Para este trimestre foram selecionadas 35 cidades para a amostra, em diferentes regiões do País.

Entre as capitais, Fortaleza também aparece como destaque. A cidade registrou desvalorização do preço médio do metro quadrado para venda (-4,8%), em contraste com a alta de +5,4% que apresentou no trimestre anterior analisado pelo DMI.

 “Olhando o comportamento dos preços no terceiro trimestre do ano e comparando-os aos preços de períodos anteriores, podemos observar que as variações têm se estabilizado. A expectativa de decréscimo acentuado nos preços pós-Copa do Mundo não foi verificada na prática. De fato, os preços do final de junho mostravam uma leve tendência de recuperação pós-estabilização no primeiro trimestre do ano”, analisa Lucas Vargas, vice-presidente comercial do VivaReal.

Em relação à variação no preço do metro quadrado para aluguel, cidades que não são capitais de estado apareceram entre os destaques. Canoas (+11,6%) encabeça as principais valorizações, seguida por Brasília (+8,9%), Guarulhos (+6,6%), São Bernardo do Campo (+6,3%), Uberlândia (+5,1%), Porto Alegre (+4,8%), Londrina (+4,5%), Fortaleza (+4,1%), Rio de Janeiro (+3,6%) Osasco (+2,6%), São Paulo (+2%) e São Caetano do Sul (+1,9%).

CIDADES COM MAIOR VALORIZAÇÃO DO M2 PARA ALUGUEL

Itaquera é o bairro mais buscado para compra em São Paulo

Na capital paulista, principal mercado de imóveis do Brasil, além da alta geral do índice para venda (+3,1%), o grande destaque é a Zona Leste, que lidera a lista de preços médios de metro quadrado mais valorizados, com 4,2% no trimestre. Itaquera foi o bairro líder em buscas para compra de imóveis e teve também aumento no preço médio em +2,3%.

Dentre os bairros mais procurados por quem deseja comprar um imóvel em São Paulo também se destacam Morumbi, Tatuapé, Butantã e Saúde. Para aluguel, as principais escolhas são Vila Mariana, Butantã, Bela Vista, Morumbi e Pinheiros.

Os cinco bairros mais caros da capital paulista apresentaram pequena variação em seu preço médio. Vila Nova Conceição (+1,1%), Jardim Paulistano (+4,3%) e Vila Gertrudes (+0,2%) se juntam a Jardim Europa (sem variação), e à líder em valorização, Vila Uberabinha (+6,2%) para fechar a lista dos cinco primeiros neste critério.

Zona Oeste teve maior valorização no Rio de Janeiro

Já no Rio de Janeiro, a Zona Oeste lidera o ranking de regiões mais valorizadas para venda com 2,9%. Guaratiba, na Zona Oeste é o bairro mais valorizado do trimestre, com alta de 20,2% nos meses de Julho, Agosto e Setembro, seguido por Anil, Pilares e Bangu. Leblon, na Zona Sul, apesar de continuar sendo o bairro com metro quadrado mais caro do Brasil, ainda apresenta uma leve valorização, de 0,2%.

Por outro lado, o bairro Abolição é o que mais se desvalorizou na capital fluminense, com queda de 11,1% no preço médio do m2. Na sequência, Tanque (-8,8%), Pavuna (-8,4%) e Curicica (-6%) completam a lista. A região Central apresentou desvalorização para aluguel (-7,4%), mas valorização para venda (+2,7%).

“Assim como existe um equilíbrio entre oferta e demanda, é possível perceber uma relação entre aluguel e venda. Em São Paulo, os preços de venda subiram pouco mais de 3%, enquanto o aluguel se manteve na faixa de 2%. Já no Rio de Janeiro, o aluguel valorizou mais, reflexo de que o consumidor tem considerado que os preços de venda estão próximos a um nível de estabilização”, finaliza Lucas Vargas.

 Sobre o VivaReal

O VivaReal é um portal que conecta o consumidor ao imóvel dos seus sonhos por meio de mais de 2 milhões de anúncios de casas e apartamentos para compra e locação. O portal é líder absoluto em seu segmento de atuação* e recebe mais de oito milhões** de visitas todos os meses em seu site web e mobile. O VivaReal está presente com escritórios locais em 14 cidades brasileiras.

(*) Fonte: Serasa Experian Hitwise
(**) Fonte: Google Analytics
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Área privativa, Comum, Útil ou total: Conheça a diferença e realize bons negócios

Quer comprar um imóvel, mas não sabe a diferença de Área Útil, Comum e Privativa?

Planta do Empreendimento Vivenda Parangaba
Você não está sozinho nesta dúvida. Muitos ficam perdidos quando se deparam com escolhas que envolvem esses termos. Vários empreendimentos possuem uma área de uso comum muito grande, o que passa a ilusão de que o apartamento é maior do que realmente é, nessa hora você deve ter atenção.

Quem recebe seu imóvel novo deve ficar atento nas medidas e nos documentos de contrato. A terminologia utilizada para a venda ao consumidor pode causar constrangimentos e problemas, pois as medidas podem representar grandes danos ao seu bolso.

Conhecer a diferença entre área útil e privativa pode garantir que você faça bons negócios e não se estresse na fase final de compra. Fique atento ao contrato.

Cada construtora pode trabalhar com seu próprio índice, desde que esteja dentro do limite da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), que é de 5%.

Os termos indicam coisas bem diferentes: área privativa está relacionada à metragem dos cômodos que apenas o morador vai usar. A área útil é o que sobra da privativa descontando o espaço ocupado pelas paredes, basicamente isso. Mas, vamos detalhar um pouco mais.

ÁREA PRIVATIVA, ÁREA DE USO COMUM E ÁREA TOTAL (SEGUNDO INFORMAÇÕES DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS)

Área Privativa

É a somatória das medidas das superfícies limitadas pelas paredes externas de uma unidade autônoma, coberta ou descoberta, aberta ou fechada. Área privativa representa o espaço interno do apartamento, incluindo as garagens. Resumindo, área privativa é conceito de espaço que só o morador usa.

Área útil

Também chamada de “área de vassoura”, é a soma das áreas de cada cômodo. É bom lembrar que área útil é menor que área privativa, que por sua vez é menor que a área total.

Área Comum

A Área Comum se baseia na divisão de espaços como áreas de lazer e circulação pelo número de condôminos. Ex: Salão de Festas.

Área Total

A Área Total contabiliza a área privativa mais a área de uso comum, o espaço existente dentro dos prédios. Inclui garagem, varandas, áreas de lazer, hall de entrada, jardim e outras áreas disponíveis no imóvel.
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Maioria dos que buscam imóveis desconhece etapas da compra

PESQUISA APONTA QUE METADE DAS PESSOAS QUE COMPRAM OU ALUGAM IMÓVEIS DESCONHECEM PROCESSOS

Levantamento realizado pelo VivaReal identifica que 65% da população tem pouco ou nenhum conhecimento das etapas para o fechamento de um negócio

Contrato, financiamento, visita a cartórios, emissão de novos documentos, vistoria do imóvel. Os processos para compra ou locação de um imóvel são desconhecidos pela maioria da população que busca uma nova residência. Segundo dados de levantamento realizado pelo portal imobiliário VivaReal, 65% das pessoas tem pouco ou nenhum conhecimento sobre o passo a passo para finalizar a negociação de compra, enquanto 60% passam o mesmo com o aluguel.

A pesquisa foi feita com usuários que realizaram buscas nos imóveis cadastrados no portal ou visitaram o Guia de Bairros para obter mais informações sobre as regiões de interesse. Além da falta de conhecimento sobre os processos, o levantamento traça um perfil dos usuários com informações dos visitantes, tempo que esperam levar no fechamento do negócio, principais preocupações e dificuldades para escolher um novo imóvel e fechar a compra ou locação.

Segundo o vice-presidente de Marketing do VivaReal, Rodrigo Iannuzzi, o desconhecimento dos processos reflete uma demanda para que o mercado de imóveis concretize transações mais rapidamente. “O setor vive ainda um crescimento muito grande, o que possibilita uma série de avanços, mas ainda observamos certa insegurança do consumidor, principalmente pelo alto valor envolvido e por todas as questões emocionais ligadas a este tipo de negócio”, confirma Iannuzzi.

De acordo com a pesquisa, 61% das pessoas que buscam imóveis não são proprietárias de nenhuma outra moradia. E 69% do público que acessou o site no período está atrás da compra de um imóvel residencial.

Para escolher o imóvel ideal, o ponto mais importante para os participantes é a segurança do bairro, fator relevante para mais de 52% das pessoas, seguido do transporte público, proximidade de estabelecimentos comerciais e, apenas em quarto lugar, o preço para compra.

“Este comportamento revela que, ao contrário do que muitos pensam, o preço do imóvel não é o fator decisivo para o fechamento do negócio. Hoje em dia as pessoas se preocupam primeiro em escolher a região em que querem morar e após essa escolha, tentam encontrar um imóvel que se encaixe em seu orçamento. Observamos esse comportamento principalmente em cidades grandes, em que ter acesso fácil à transporte e serviços é fundamental.”, explica Iannuzzi.

O levantamento mostra, ainda, que as pessoas recorrem a diferentes figuras para obter informações durante a busca pelo imóvel. Quando o assunto é sobre questões de financiamento e contrato, especialistas e imobiliárias são procurados em 48% dos casos. Já para aspecto mais subjetivos, como qualidade de vida em determinada região, amigos e família são escolhidos por 37% dos consumidores.

Segundo Iannuzzi, esta é uma oportunidade para que o mercado se desenvolva e se especialize cada vez mais em prestar as melhores informações para os consumidores. “Vemos em alguns mercados corretores que são especialistas em determinada região ou tipo de imóvel, isso possibilita que o agente do mercado imobiliário seja referência também nestes temas e assuma cada vez mais o papel de consultor.  Munir o consumidor final com informação pode acelerar o processo e gerar mais confiança na decisão”, finaliza Iannuzzi.

Sobre o VivaReal
O VivaReal é um portal que conecta o consumidor ao imóvel dos seus sonhos por meio de mais de 2 milhões de anúncios de casas e apartamentos para compra e locação. O portal é líder absoluto em seu segmento de atuação* e recebe mais de sete milhões** de visitas todos os meses. O VivaReal está presente com escritórios locais em 14 cidades brasileiras.

Fonte: Serasa Experian Hitwise

Fonte: Google Analytics
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Vai comprar imóvel em leilão? Veja 12 passos para fechar um negócio seguro

Preço baixo é atrativo, mas algumas precauções são essenciais; veja dicas

Comprar um imóvel em um leilão pode representar uma economia de até 50% em comparação aos valores de mercado. Porém, o atrativo do preço baixo pode fazer com que o consumidor esqueça alguns cuidados que ele deve tomar antes de fechar a compra.

Segundo o presidente da AMSPA (Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências), Marco Aurélio Luz, por mais que as facilidades da aquisição sejam vantajosas, o consumidor não pode se deixar levar pela tentação sem antes fazer um bom planejamento e uma pesquisa minuciosa da propriedade.


Veja a seguir 12 dicas elaboradas pela entidade para quem quer um desconto na compra da casa própria e ainda evitar dores de cabeça

 Leia o edital com atenção: no documento, o interessado deve se certificar sobre a descrição das condições de venda, o estado de conservação, a forma de pagamento, o preço mínimo, a comissão do leiloeiro, os impostos e o modelo de contrato que será assinado pelas partes

 Verifique se o imóvel ainda está ocupado. Mesmo com uma carta do arrematador, o novo dono pode enfrentar demora na Justiça para despejar os antigos moradores. Para não correr risco, é bom dar preferência aos bens desocupados

 Pesquise se há ações judiciais relacionadas à propriedade leiloada, o que pode levar à obtenção de liminares, por parte do anterior proprietário, para resolução da correção das parcelas ou a cobrança de juros sobre juros dos seus contratos e, consequentemente, mais espera para tomar posse do bem

 Visite o imóvel pretendido com antecedência para verificar suas condições. Nessa etapa é importante contar com o auxílio de um engenheiro para fazer uma inspeção minuciosa

 Faça um levantamento das dívidas deixadas pelo ocupante anterior, pois ficará a cargo do comprador a sua quitação. É possível pedir desconto no momento da compra

 Avalie as condições de venda e registre a propriedade em cartório após o arremate. Lembre-se que o adquirente será responsável pelo pagamento da taxa de registro e do ITBI (Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis), que gira em torno de 3% sobre o valor do imóvel

 Defina qual lance máximo que você poderá dar. Para isso é importante colocar todas as despesas no papel e, junto com a família, veja qual é o melhor investimento

 Tome cuidado com a forma de pagamento. Alguns editais permitem apenas a compra à vista; outros já autorizam financiar o saldo devedor. Caso opte pelo financiamento, o ideal é que as prestações não comprometam mais do que 30% da renda familiar. Além disso, confira se pode usar o FGTS no pagamento das parcelas. Também é bom ter cerca de 50% do valor do imóvel depositado no FGTS, poupança ou em outras aplicações para se precaver contra dificuldades imprevistas

 Considere que terá que arcar com despesas para a reforma do novo bem

10° Reserve dinheiro para pagar, em torno de 5% do valor do lance, a comissão do leiloeiro no ato da arrematação

11° Lembre-se que, nos contratos feitos pelo SFH (Sistema Financeiro Habitacional), após o atraso de três prestações o dono do imóvel é notificado para realizar o pagamento, caso não pague perderá o bem. Já no SFI (Sistema Financeiro Imobiliário), o aviso chega após 15 dias, se não for realizada a quitação das parcelas, será consolidada a propriedade em nome do agente financeiro e o imóvel poderá ir a leilão extrajudicial, ou seja, sem passar pelo juiz natural

12° Consulte um advogado para sanar dúvidas. A opinião do profissional será essencial para saber se você está fazendo um bom negócio

Fonte: infomoney
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