Descubra o melhor negócio para comprar seu imóvel

Simulador Canal do Crédito mostra CET e taxas de juros mais vantajosos para adquirir a casa ou o apartamento dos sonhos. Veja dicas de Gustavo Cerbasi e Marcelo Prata sobre financiamento, consórcio e portabilidade.
Por: Luciane Macedo 

Qual banco tem as melhores taxas para o financiamento imobiliário? O consórcio não sai mais barato? Estas são as dúvidas mais comuns de quem quer comprar um imóvel, mas não vai pagar à vista. Os maiores bancos e administradoras de consórcios do País disputam o dinheiro do brasileiro que vai gastar parte de suas economias para comprar a casa ou o apartamento dos sonhos.

Aos que já estão no meio de um financiamento, pagando juros de 12% ao ano ou mais, diante de taxas atualmente em 9,5%, também surge a questão: vale a pena portar o crédito imobiliário para outro banco?

Para quem já ficou cansado só de imaginar o trabalhão que vai dar para descobrir tudo isso, uma boa notícia: a internet já encurtou o caminho pela metade com um único atalho: o Canal do Crédito.

O simulador de crédito é o primeiro a mostrar não só as taxas de juros mais baratas para financiamento ou consórcio, mas também o Custo Efetivo Total (CET), que é a informação mais importante que o comprador precisa comparar, pois ela engloba, além do custo do dinheiro, todas as outras despesas envolvidas na operação de crédito.

Qual o valor da casa ou apartamento que você quer comprar? Quanto tem para dar de entrada? Em quanto tempo deseja quitar os pagamentos? Basta inserir estas informações no Canal do Crédito, junto com a renda familiar, data de nascimento e local desejado do imóvel a financiar, para saber onde estão as condições mais vantajosas ao bolso antes de sair a campo e comprová-las na prática. No caso de um consórcio, além das informações pessoais, basta informar o valor do imóvel desejado, da carta de crédito e do valor máximo da parcela que vai caber no seu planejamento financeiro mensal.

Mas a decisão de comprar a casa própria envolve mais que o pragmatismo dos números. No fim das contas, encontrar o melhor negócio acaba sendo a parte mais fácil. Antes de assumir a responsabilidade de um compromisso financeiro, que pode durar dez anos ou mais, é preciso estar preparado para ela.

Um dos dilemas mais comuns de quem anseia por “um teto para chamar de seu” diz respeito ao aluguel. E, como diz o ditado, “quem casa, quer casa”. Solteiros ou não, fato é que muita gente ainda pensa que pagar aluguel é jogar dinheiro fora. Será mesmo?

Hora de rever estes conceitos sob a ótica da inteligência financeira. O que parece uma segurança emocional (“temos nossa casa”) pode azedar aquele período de lua-de-mel até dos casais mais apaixonados.

Para o educador financeiro Gustavo Cerbasi, autor do best-seller “Casais Inteligentes Enriquecem Juntos” e “Os Segredos dos Casais Inteligentes”, o ideal é que os casais invistam na compra da casa própria depois de cinco ou dez anos juntos.

Isto porque, no início da vida em comum, incertezas sobre carreira e filhos podem interferir nos pagamentos do imóvel, e fixar residência, no caso de jovens casais, também pode limitar oportunidades profissionais para ambos, o que pode ser fonte de problemas nas contas da nova família e até na relação do casal.

Depois de cinco ou dez anos, o casal terá acumulado o suficiente no fundo de garantia para dar de entrada no financiamento de um imóvel, e já terá mais estabilidade com carreira e filhos. “A compra da casa vai significar mais estabilidade sem gerar outros tipos de problemas”, orienta Cerbasi.

A mesma dica sobre a busca de estabilidade antes de se precipitar para fechar um negócio vale, também, para os solteiros, que já devem ter cortado o “cordão umbilical” da família e começado a assumir responsabilidades financeiras sozinhos.

“O aluguel faz parte do orçamento, então é interessante alugar por um tempo antes de investir na compra do imóvel, que deve ser uma decisão planejada do ponto de vista financeiro e da situação de vida”, ressalta o especialista em crédito imobiliário Marcelo Prata, fundador e CEO do Canal do Crédito. “Se a casa própria é realmente a prioridade, juntar este dinheiro deixa de ser um sacrifício e passa a ser um prazer”.

Para quem acha que comprar um imóvel agora seria uma temeridade por causa da valorização de preços, Prata diz que “o pico de valorização já passou”, e o mercado imobiliário — naturalmente, um mercado de oportunidades — vive um momento de retração natural de preços.

“Não acredito em queda de preços, mas talvez ajustes de algum exagero”, avalia o especialista. “O que a pessoa tem que esperar não é os preços caírem, mas o momento dela, se a compra do imóvel se encaixa no momento pessoal”, orienta Prata. “Tem que ter uma boa reserva financeira para honrar um financiamento e não esgotar todos os seus recursos”.

Disseminar a mensagem do crédito inteligente, e desfazer o mito de que o melhor negócio é sempre pagar à vista, é uma das premissas do Canal do Crédito. “Mesmo para quem tem dinheiro para pagar à vista, tem que fazer a conta, porque hoje o crédito imobiliário é o mais barato do mercado, com 9,5% ao ano de juros em média”, diz Prata. “Existe um aspecto cultural do passado, quando o crédito imobiliário era mais caro e menos acessível, então era questão de status comprar um imóvel à vista”, lembra o especialista. “Hoje, existem muitos investidores financiando, usar o crédito a seu favor é inteligência financeira”.

Optar pelo financiamento ou pelo consórcio é uma questão de perfil, e não de vantagem financeira, segundo Prata. “O Banco Central proibiu a comparação de consórcio e financiamento porque era um argumento de venda para produtos diferentes, a escolha tem a ver mais com o perfil que com qualquer outro aspecto”, assinala o especialista. “O consórcio é melhor para quem precisa fazer uma ‘poupança forçada’, e se a contemplação ocorrer no segundo ou terceiro mês, ele fica mais barato que um financiamento”, diz Prata. “Caso contrário, o financiamento bem planejado e pesquisado, levando em conta o CET e não só quem oferece os juros mais baixos, é melhor do ponto de vista financeiro”.

Para quem já está no financiamento imobiliário há alguns anos e encontrou condições mais atraentes em outro banco, a dica é esperar mais alguns meses para usufruir da portabilidade de crédito. Embora ela seja gratuita (o banco não pode cobrar taxas), as despesas que devem ser assumidas pelo mutuário, à vista, ainda são “salgadas”, e correspondem a algo em torno de 0,8% a 1% do valor do imóvel. “Este custo da portabilidade vai ficar mais barato com a nova lei (MP da nova poupança)”, lembra Prata. “Vale a pena esperar um pouco, a não ser que haja uma diferença de juros de 1,5% ou superior, mas, ainda assim, talvez seja melhor para o bolso aguardar”.

Saiba mais sobre quando investir na compra da casa própria, e quais os aspectos mais importantes para escolher entre financiamento e consórcio, nas dicas e vídeos abaixo. Clique nas imagens para ampliá-las.


Fonte: Canal do Credito
 

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