IGP-M encerra ano de 2012 com variação de 7,82%

Já os itens alimentícios fecharam o mês de dezembro com alta de 1,29% ante variação de 0,08% em novembro
A inflação medida pelo Índice Geral de Preços Mercado (IGP-M) fechou dezembro com uma alta de 0,68% ante uma queda de 0,03% em novembro, informou ontem a Fundação Getulio Vargas (FGV). No acumulado do ano, o indicador tem variação de 7,82%. 

Nas duas leituras, o IGP-M, índice usado para a correção do preço dos aluguéis, ficou abaixo do piso das previsões dos analistas do mercado financeiro. Para o mês, as previsões iam de 0,71% a 0,87% e para o ano, de 7,84% a 8,02%. 

 IPA


O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-M) subiu 0,73% em dezembro ante uma queda de 0,19% em novembro. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC-M) encerrou dezembro também com alta de 0,73% depois de recuar 0,33% em novembro. E o Índice Nacional da Construção Civil (INCC) terminou este mês com uma alta de 0,29% ante variação positiva de 0,23% em novembro. Os três indicadores compõem o a inflação medida pelo IGP-M. 

O grupo Alimentação fechou o mês de dezembro com alta de 1,29% ante variação de 0,08% em novembro, tornando-se a principal contribuição para a alta de 0,73% do IPC-M no mês. As pressões vieram dos itens hortaliças e legumes, que saíram de uma queda de 11,98% em novembro para uma alta de 1,29% em dezembro, e carnes bovinas, que subiram em média 1,63%, depois de terem fechado novembro com deflação de 1,06%.


De acordo com a FGV, foram computados ainda dentro do IGP-M acréscimos nas taxas de outras cinco classes de despesas: Educação, Leitura e Recreação (1,04%), Habitação (0,63%), Despesas Diversas (1,11%), Vestuário (0,90%) e Transportes (0,27%). A FGV destaca os aumentos das passagens aéreas, que saíram de uma alta de 3,59% para 22,97%; tarifa de eletricidade residencial, de 0,97% para 1,68%; cigarros, que sofreram um aumento de 2,78% em dezembro; roupas, que saíram de 0,67% em novembro para 1,16% em dezembro; e tarifa de táxi, com alta de 5,51%.

Os grupos Saúde e Cuidados Pessoais passaram de 0,5% para 0,45% e Comunicação, de 0,08% para 0,04%. Itens que mais contribuíram para estes movimentos foram medicamentos (de 0,32% para 0,06%) e tarifa de telefone móvel (de 0,73% para 0,16%), respectivamente. 


Fonte: Diário do Nordeste 
 

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