Fundos imobiliários aquecem o mercado

O mercado imobiliário brasileiro deve continuar em alta em 2013, consolidando-se como uma das melhores opções para se investir.  Exemplo disso são os fundos imobiliários, uma nova fonte de recursos para a construção civil. De acordo com a Bolsa, responsável pela listagem e organização de investimentos, o volume de negócios de cotas desses fundos na BM&F Bovespa passou de 502 transações por dia, em janeiro de 2008, para 13.650 em dezembro de 2012.



Confirmando o bom momento vivido pelo setor, o fundo de investimento imobiliário Memorial Office (FMOF11) foi o mais rentável de 2012, com retorno efetivo de 84,3%. Segundo o ranking da UQBAR - empresa de conhecimento financeiro -, outros quatro fundos terminaram o ano passado com rentabilidade efetiva superior a 50%: FII Hotel Maxinvest (HTMX11B), Torre Almirante (ALMI11B), Hospital Nossa Senhora de Lourdes (NSLU11B) e BTG Pactual Fundo de Fundos (BCFF11B).

MODELO DE NEGÓCIOS
Neste contexto, a i-Uni Brasil chega ao mercado proporcionando um novo modelo de negócios para o corretor de imóveis e para as imobiliárias físicas, além de ser uma opção para quem pretende abrir o seu primeiro negócio. Isso porque o investimento inicial é baixo (R$ 2 mil), com mensalidades de R$ 200 para corretores autônomos e R$ 500 para imobiliárias físicas. Para se associar, o profissional deve possuir um computador, telefone fixo ou celular e acesso à internet.

De acordo com o diretor geral da i-Uni Brasil, Rodrigo Caporrino, esse é o momento de investir em um negócio voltado para o setor imobiliário. Para se ter ideia da valorização do mercado, a quantidade de fundos imobiliários já listados na Bolsa chega a 70 e a previsão é de que esse número continue crescendo rapidamente.

“Por outro lado, as empresas do setor imobiliário exibiram volume recorde de número e de montante anuais de emissões de debêntures – títulos de longo prazo emitidos por uma empresa de grande porte que paga juros ao seu vencimento e tem como garantia os seus ativos”.

O levantamento preliminar feito pela Uqbar para o Anuário Imobiliário 2013 indica 35 emissões de novas debêntures do setor imobiliário em 2012, totalizando R$ 6,43 bilhões. O maior número anual de operações até então era de 26, referente a 2011, e o maior montante anual de emissões era de R$ 5,53 bilhões, referente a 2010.

Para Rodrigo Caporrino, o sucesso dessa modalidade de investimentos deve-se ao “boom” imobiliário no país, que tornou o segmento muito rentável e atrativo. “Por isso, alugar ou vender imóveis pode ser uma das atividades mais seguras para se alcançar o tão sonhado sucesso profissional. Além disso, grandes eventos como a Copa das Confederações, Copa do Mundo e Olimpíada já estão proporcionando aumento da procura e aquecendo o mercado de locações. Alguns imóveis em Salvador, por exemplo, estão sendo negociados por R$ 60 mil no mês da Copa”, diz o executivo.

Fonte: O estado ce
 

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